Quando um garoto de 13 anos é acusado do assassinato de um colega de classe, sua família, seu terapeuta e o detetive responsável pelo caso ficam se perguntando o que realmente aconteceu.
Atuações boas, história fraca. Até o segundo episódio a série prende bem. Aliás, o segundo episódio é o melhor... Show de atuação da atriz que interpreta a psicóloga e do menino. O terceiro episódio, retratando o drama familiar, é ok. O último é uma bosta.
A série tenta forçar agenda "anti redpill" mas faz isso de forma tão superficial que chega a dar dó. É bem nítido que o menino não matou por ser um incel, mas por traços de psicopatia totalmente comprovadas no episódio da psicóloga.
Ser incel, ser redpill, achar que mulher é vadia, tudo isso é idiotice, mas tá cheio de doentão assim pela internet e é bem diferente de ser homicida. Até porque, na série o crime não foi meramente passional, foi um crime em certa medida mais motivado pelo ódio gerado pelo bullying, até pelo fato do número de facadas (que mencionam ter sido sete).
Acho que o roteirista e o diretor dessa série tomaram conhecimento do "fenômeno redpill" e quiseram retratar isso com a visão mequetrefe que qualquer um tem acesso. Ficou fraco, pouco aprofundado, parecendo cartilha ideológica barata.
Outra coisa bem ruim são alguns personagens, principalmente no quarto episódio. O filho do detetivo parece o Norbit na adolescência. O cara tem medo gratuito do pai, coisa nada natural. A amiga da aluna assassinada parecendo maluca, atacando os policiais de forma nada a ver.
Enfim... tem coisa bem melhor para assistir. Me espanta é ver críticas tão positivas para uma série dessas. Parece que é muito mais pelo afeto à pauta que ela aborda.
A série é muito boa no sentido das atuações que entrega e no tema que aborda. Mas fiquei com uma sensação de que faltou algo. Como.foi dito aqui em outro comentário, se alguém que não sabe sobre nada sobre incels e redpill ver, não vai entender muita coisa. Vai achar que ele é um garoto doido e ela uma menina má.
Uma história necessária para debates nos dias de hoje, temas bem atuais e importantes, mas achei a série bem superficial, poderiam aprofundar mais, mas parece ter um limite ali, por medo talvez, ótimas atuações, e o pensamento dos pais é realista, nós pais, erramos tentando acertar, afinal, ninguém tem manual para isso...triste, mas realista
Série cansativa
brilliant
Contém spoilers:
Atuações boas, história fraca. Até o segundo episódio a série prende bem. Aliás, o segundo episódio é o melhor... Show de atuação da atriz que interpreta a psicóloga e do menino. O terceiro episódio, retratando o drama familiar, é ok. O último é uma bosta.
A série tenta forçar agenda "anti redpill" mas faz isso de forma tão superficial que chega a dar dó. É bem nítido que o menino não matou por ser um incel, mas por traços de psicopatia totalmente comprovadas no episódio da psicóloga.
Ser incel, ser redpill, achar que mulher é vadia, tudo isso é idiotice, mas tá cheio de doentão assim pela internet e é bem diferente de ser homicida. Até porque, na série o crime não foi meramente passional, foi um crime em certa medida mais motivado pelo ódio gerado pelo bullying, até pelo fato do número de facadas (que mencionam ter sido sete).
Acho que o roteirista e o diretor dessa série tomaram conhecimento do "fenômeno redpill" e quiseram retratar isso com a visão mequetrefe que qualquer um tem acesso. Ficou fraco, pouco aprofundado, parecendo cartilha ideológica barata.
Outra coisa bem ruim são alguns personagens, principalmente no quarto episódio. O filho do detetivo parece o Norbit na adolescência. O cara tem medo gratuito do pai, coisa nada natural. A amiga da aluna assassinada parecendo maluca, atacando os policiais de forma nada a ver.
Enfim... tem coisa bem melhor para assistir. Me espanta é ver críticas tão positivas para uma série dessas. Parece que é muito mais pelo afeto à pauta que ela aborda.
A série é muito boa no sentido das atuações que entrega e no tema que aborda.
Mas fiquei com uma sensação de que faltou algo.
Como.foi dito aqui em outro comentário, se alguém que não sabe sobre nada sobre incels e redpill ver, não vai entender muita coisa. Vai achar que ele é um garoto doido e ela uma menina má.
Uma história necessária para debates nos dias de hoje, temas bem atuais e importantes, mas achei a série bem superficial, poderiam aprofundar mais, mas parece ter um limite ali, por medo talvez, ótimas atuações, e o pensamento dos pais é realista, nós pais, erramos tentando acertar, afinal, ninguém tem manual para isso...triste, mas realista