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Duração
Numa ilha remota onde se instalou o luto um homem decreta que nunca mais haverá sexo nem filhos…
A ilha vai ficando deserta e ele decide enviar a sua filha, Adriana (Ana Moreira), para o continente “constituir família por métodos naturais”. Acompanharemos as aventuras de Adriana à procura de um homem que a faça procriar um filho e assim garantir a descendência na ilha.
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É um filme diferente de muita coisa que já vi. A sinopse é absurda assim como as situações vividas por Adriana também são.
Mas só isso não basta. O roteiro é muito bem escrito e leva o espectador a constantemente surpreender-se. Quando achamos que a personagem-título deu um passo em falso, as imagens seguintes afirmam que não. Quando imaginamos compreender as reais intenções das figuras atípicas que cruzam o caminho de Adriana, mais surpresas... E assim segue por todo o filme. Excelente desfecho.
Gostei bastante! Definitivamente um dos filmes portugueses mais criativos desta época.
Valeu pela excelente fotografia dos Açores. Há uma boa resenha desse filme aqui. Recomendo a leitura antes de ver o filme.