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Data de lançamento
7 Abril 2017Duração
Nascida da Grande Depressão, o swing é um estilo de dança alegre que eleva o espírito humano. Um espaço onde os dançarinos se movimentam por pura alegria. Ao mesmo tempo que apresenta problemas da sociedade moderna norte-americana, o documentário dá ao público um olhar intimista de dentro da cultura atual desse ritmo de dança, o swing.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
Esbarei no doc acidentalmente, adorei a abordagem e os questionamentos feitos sobre o branquiamento do Lindy Hop; sempre me incomodou os preços das aulas, os lugares que ocorrem os bailes aqui no Brasil onde pude vivenciar ... enfim é um questionamento pra própria cena deliberar , sobre inclusão racial que bate na de classe!
Um ótimo documentário pra introduzir quem nunca teve nenhum contato com o Lindy Hop. Nele você vê um pouco da história do Lidy Hop, alguns dos mestres do lindy e alguns dançarinos atuais cujas carreiras tem crescido e se tornado notáveis, assim como apresentando alguns dos principais eventos desse estilo de dança. Gosto da vibe auto astral e de como ele faz a mesma pergunta que podemos fazer para outros gêneros da dança, como o sapateado americano (que conversa muito com o Lindy Hop, por sinal): Por que não tem negros dançando esses estilos sendo que eles foram os criadores de muitas dessas danças?
Fica ai o questionamento que também é refletido no documentátio e que deve ser refletido na vida.
Uma palavra resume este documentário: Inspirador
Com linguagem narrativa conservadora, exceção feita à ocasional montagem ritmada e energizada na pista de dança, o documentário de Susan Glatzer apresenta o swing ao público a partir dos depoimentos de dançarinos que dedicam a vida a esta arte alegre, contagiante, desafiadora e íntima, nesta era de integração e evolução tecnológica em que nós, acidental ou deliberadamente, começamos a nos afastar uns dos outros. No curso da narrativa, Susan preocupa-se com a história do swing e por que parecem não haver negros, mesmo tendo sido estes os precursores do estilo, com o papel social em reavivar o ânimo da população depois do desastre provocado em Nova Orleans pelo furacão Katrina, e, evidentemente, com a química que há entre as muitas duplas que nos encantam com passos elaborados e, sobretudo, bastante sinergia. É um trabalho simpático, alto-astral e revigorante.