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Duração
Este curta faz parte do projeto Marco Universal. Através de uma história de vida o filme trata de questões relacionadas aos direitos humanos, como o direito à diferença. A vida da personagem é apresentada a partir de outros, a alteridade como lógica. Os espectadores completam os sentidos e aos poucos percebem que se trata de um homossexual que, ainda na adolescência, virou travesti. "Amapoa" é um termo que vem do Iorubá e transformou-se em uma gíria de travestis para falar de mulher. O filme traz um desfecho brutal, revelando que o personagem sofreu uma forte violência. Homofobia. A abordagem leva à identificação com a personagem e permite reflexões sobre a intolerância da sociedade atual.
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Histórias que se repetem e não se cansam de repetir.
É tão forte e sincero quando a travesti diz:
"A casa que a Sanda foi assassinada foi aquela ali"
Não é o primeiro, e por mais que desejamos, sabemos que não será o último caso... Infelizmente o ser humano anda perdendo seu valor por causas dos rótulos que eles mesmo criam. Se cada um fosse visto por quem é de fato, pela essência, pelo caráter, acredito que coisas desse tipo não seriam tão comuns.
Interessante este curta, vale a pena conferir e ver se de alguma forma, abre mais os olhos da sociedades para estas questões, que acontecem não apenas com os gays, mas com os indivíduos de modo geral, que se destacam por serem 'diferentes'.
Triste, mas muito bom.
ótimo documentário, o ponto negativo é que é a realidade jogada na nossa cara! (infelizmente) quem sabe um dia a sociedade se torne menos preconceituosa! é o que todos esperamos.