Eita coisa piegas, produto da era hipster; fotografia à la sepia, poemas de amor sussurrados, livros empilhados, um apartamento com tacos no piso... e uma máquina de escrever! Garanto que se fizessem um mini-doc com algumas poucas pessoas da praça ali embaixo as pessoas se abalariam não pela atuação de atriz, mas pela verdade da cruel realidade...
Texto completo: “O que existe além do que já foi dito sobre o amor? Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar quando, durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira à tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Aliás não é nada, é só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só o amor transcende e purifica, enlouquece, cura, invade, permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale.
Pois o resto é bobagem, meninos. Bobagem.”
Post migrado do meu outro perfil; visto em junho/2018
“Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele”.
Só o texto singelo e verdadeiro já valeria a pena, mas todos os detalhes das cenas são simplesmente lindos. Aquele apartamento, a sacada, a imagem de um câmera antiga....E claro, a belíssima e talentosa Carolina Ferraz.
“O que existe além do que já foi dito sobre amor? Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele. Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar quando, durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem. Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda. Não é doença nem obsessão. Aliás não é nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas. Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido? Que vida vale a pena sem amor? Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só o amor transcende e purifica, enlouquece, cura, invade, permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece. Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale. Pois o resto são bobagens, meninos. Bobagens.”
Eita coisa piegas, produto da era hipster; fotografia à la sepia, poemas de amor sussurrados, livros empilhados, um apartamento com tacos no piso... e uma máquina de escrever!
Garanto que se fizessem um mini-doc com algumas poucas pessoas da praça ali embaixo as pessoas se abalariam não pela atuação de atriz, mas pela verdade da cruel realidade...
Texto completo:
“O que existe além do que já foi dito sobre o amor?
Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer.
Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar quando, durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira à tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Aliás não é nada, é só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só o amor transcende e purifica, enlouquece, cura, invade, permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece.
Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale.
Pois o resto é bobagem, meninos. Bobagem.”
Post migrado do meu outro perfil; visto em junho/2018
“Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele”.
Só o texto singelo e verdadeiro já valeria a pena, mas todos os detalhes das cenas são simplesmente lindos. Aquele apartamento, a sacada, a imagem de um câmera antiga....E claro, a belíssima e talentosa Carolina Ferraz.
O TEXTO
“O que existe além do que já foi dito sobre amor? Toda minha vida pautada em amores que tive ou gostaria de ter. Falando sobre os que tive, também não tenho muito a dizer. Amei e fui muito bem amada. Mas foi um amor, um único amor que veio, cruzou minha vida, tocou a minha alma e ficou marcado em minha pele.
Todos nós carregamos conosco uma história. Aquela que só nos atrevemos a lembrar quando, durante a noite no escuro, encostamos nossas cabeças no travesseiro e o silêncio cala fundo. Não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem.
Mas então, numa quinta-feira a tarde de um ano qualquer, tropeçamos nesse amor já supostamente esquecido. Percebemos que amor igual não há e aquela pessoa continua e continuará a ser nossa referência afetiva mais sincera e profunda.
Não é doença nem obsessão. Aliás não é nada, só amor. Amor dos bons, daqueles que são únicos e maravilhosos, que acontecem poucas vezes na vida das pessoas. Daqueles amores que ficam e que teremos que conviver com ele como algo concreto e parte de nossas vidas.
Que alma consegue atravessar a vida sem ter conhecido o amor? E quem sabe ter a sorte de ser correspondido?
Que vida vale a pena sem amor?
Nenhum sentimento é mais lindo, profundo e transformador que o amor. Só o amor transcende e purifica, enlouquece, cura, invade, permanece, liberta e aprisiona. Quando acontece é um som grave que penetra invade e permanece. Não compliquem e nem elaborem o sentimento mais incrível e poderoso de todos. Permitam que ele chegue e se instale. Pois o resto são bobagens, meninos. Bobagens.”
Ficou bem bonito a narrativa.
''não importam os anos, certas coisas simplesmente permanecem'' um tiro doeria menos