A ideia foi muito legal, mas acho que a conversa foi muito superficial. O Papa fugiu de algumas respostas, e alguns dos jovens também não contribuíram de forma construtiva para as discussões, trazendo tópicos irrelevantes ou sendo muito reativos. Mas me identifiquei muito com a menina feminista, acho que toda feminista que foi criada católica discorda de muitos posicionamentos da Igreja, mas ao mesmo tempo isso não anula a fé católica que temos, o que muitas vezes causa um embate interno muito grande. Até que ponto acredito na Igreja? Pois é muito difícil acreditar em tudo e ao mesmo tempo é muito difícil não acreditar em nada (para quem foi criada na religião). Mas enfim... Que falta faz nosso querido Papa Francisco. Não consigo ver nenhum outro Papa abrindo este tipo de debate, ele realmente foi único na história da Igreja.
Achei a ideia super interessante, acho o Papa Francisco fantástico, mas senti que ele fugiu de alguns questionamentos, com respostas vagas. Vale a pena conferir!
O que mais me pegou aqui foi a identificação. Para quem assistiu, também sou do Caminho Neocatecumenal, a mais velha de seis irmãos, bem parecido com uma das entrevistadas. Na hora não acreditei quando vi, porque esse "movimento" ainda não é tão conhecido (na minha cidade sim, mas eu ainda acho que ela é uma exceção), enfim... Achei a menina bem mais conservadora e de bem mais fé que eu. De novo, sou do mesmo movimento, mas sim, também tenho a minha parte feminista, a parte que não condena a masturbação... e foi muito legal ver essa pluralidade, (é o que naturalmente se espera quando se reúnem várias pessoas em um ambiente), mas o ponto é, parecia que haviam várias versões minhas conversando com o papa, as versões liberais, mas também a versão filha mais velha de seis que participa ativamente da igreja. Pra mim, tocou em um ponto emocional, porque são embates que enfrento e questionamentos que sempre surgem... Mas ao mesmo tempo, é como a menina falou, fui condicionada pelo meus pais, mas hoje não me vejo fora do Caminho, é nele que eu tenho contato com essa fé madura e praticamente diária. Acho que todo esse depoimento para falar, é possível ser os dois, cristã e liberal, somos seres múltiplos, e não precisamos nos diminuir para caber em uma versão só, este documentário, pelo menos para mim, me relembrou disso.
É interessante, algumas perguntas são mais intrigantes, já outras, quem conhece um pouco da igreja católica sabe que aquele tema é um dogma e vai sempre ser assim. É curto também.
A ideia foi muito legal, mas acho que a conversa foi muito superficial. O Papa fugiu de algumas respostas, e alguns dos jovens também não contribuíram de forma construtiva para as discussões, trazendo tópicos irrelevantes ou sendo muito reativos.
Mas me identifiquei muito com a menina feminista, acho que toda feminista que foi criada católica discorda de muitos posicionamentos da Igreja, mas ao mesmo tempo isso não anula a fé católica que temos, o que muitas vezes causa um embate interno muito grande. Até que ponto acredito na Igreja? Pois é muito difícil acreditar em tudo e ao mesmo tempo é muito difícil não acreditar em nada (para quem foi criada na religião).
Mas enfim... Que falta faz nosso querido Papa Francisco. Não consigo ver nenhum outro Papa abrindo este tipo de debate, ele realmente foi único na história da Igreja.
Achei a ideia super interessante, acho o Papa Francisco fantástico, mas senti que ele fugiu de alguns questionamentos, com respostas vagas. Vale a pena conferir!
Assistido em 15.04.2023.
O que mais me pegou aqui foi a identificação. Para quem assistiu, também sou do Caminho Neocatecumenal, a mais velha de seis irmãos, bem parecido com uma das entrevistadas. Na hora não acreditei quando vi, porque esse "movimento" ainda não é tão conhecido (na minha cidade sim, mas eu ainda acho que ela é uma exceção), enfim...
Achei a menina bem mais conservadora e de bem mais fé que eu. De novo, sou do mesmo movimento, mas sim, também tenho a minha parte feminista, a parte que não condena a masturbação... e foi muito legal ver essa pluralidade, (é o que naturalmente se espera quando se reúnem várias pessoas em um ambiente), mas o ponto é, parecia que haviam várias versões minhas conversando com o papa, as versões liberais, mas também a versão filha mais velha de seis que participa ativamente da igreja. Pra mim, tocou em um ponto emocional, porque são embates que enfrento e questionamentos que sempre surgem... Mas ao mesmo tempo, é como a menina falou, fui condicionada pelo meus pais, mas hoje não me vejo fora do Caminho, é nele que eu tenho contato com essa fé madura e praticamente diária. Acho que todo esse depoimento para falar, é possível ser os dois, cristã e liberal, somos seres múltiplos, e não precisamos nos diminuir para caber em uma versão só, este documentário, pelo menos para mim, me relembrou disso.
É interessante, algumas perguntas são mais intrigantes, já outras, quem conhece um pouco da igreja católica sabe que aquele tema é um dogma e vai sempre ser assim. É curto também.