Resgatando imagens de seu passado (1985-1986) e combinando-as com cenas da Atenas contemporânea, a diretora age como uma historiadora de sua própria vida, assim como de uma era inteira: a que já foi engolida pela história e a que está escorregando pelos seus dedos, entre protestos, violência e as crescentes carências da Atenas moderna. Ela aborda esta combinação de palavras e imagens, caminhando sobre a linha tênue entre filme e confessionário visual endereçado a seu velho amigo Peter, que vive na Austrália.
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Críticas e opiniões sobre Amnesia diaries