Tizoc é um índio que trabalha duro, enquanto os outros índio o invejam ou mesmo o odeiam. Um dia ele encontra uma linda moça, a mais bonita que ele já vira e entende que ela é a própria Virgem Maria da igreja local.
Produção mexicana que ganhou o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, juntamente com Krull, O aventureiro (57), da Alemanha, e O Corvo Amarelo (57), do Japão; no Festival de Berlim, foi indicado ao Urso de Ouro de melhor filme e venceu o Urso de Prata de melhor ator, Pedro Infante (1917-1957), cujo prêmio foi dado postumamente.
Filmado no Cinemascope, foi o último filme de Pedro Infante antes de sua morte em 1957. Um dos últimos filmes famosos da Era Dourada do Cinema Mexicano (1936-1959). O filme teve uma sequência lançada 15 anos depois, intitulada Mi Niño Tizoc/My child Tizoc (72), no entanto, ignora os eventos deste filme e nenhum personagem é mencionado. Último filme em que o diretor Ismael Rodriguez (1917-2004) trabalhou com Pedro Infante antes de sua morte em 1957. Primeiro filme mexicano a ganhar o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.
Uma mulher branca entra em um romance com um índio mexicano, Tizoc. As barreiras raciais entre os amantes se revelam intransponíveis, resultando em tragédia. No final, a maneira como Tizoc e Maria morrem, se assemelha à lenda dos vulcões Popocatepetl e Iztaccihuatl, onde o filme termina com uma visão deles. Não curti muito as cenas de caçadores 'matando' os animais, pois pareciam muito reais.
Pra quem é da língua espanhola, este é um filme certamente imperdível e mais acessível. Define como um índio se tornou um príncipe asteca após a classe alta espanhola ter tomado o poder no México. É um conto de tragédia interessante e uma percepção da mulher de que o amor verdadeiro é daltônico.
Produção mexicana que ganhou o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro, juntamente com Krull, O aventureiro (57), da Alemanha, e O Corvo Amarelo (57), do Japão; no Festival de Berlim, foi indicado ao Urso de Ouro de melhor filme e venceu o Urso de Prata de melhor ator, Pedro Infante (1917-1957), cujo prêmio foi dado postumamente.
Filmado no Cinemascope, foi o último filme de Pedro Infante antes de sua morte em 1957. Um dos últimos filmes famosos da Era Dourada do Cinema Mexicano (1936-1959). O filme teve uma sequência lançada 15 anos depois, intitulada Mi Niño Tizoc/My child Tizoc (72), no entanto, ignora os eventos deste filme e nenhum personagem é mencionado. Último filme em que o diretor Ismael Rodriguez (1917-2004) trabalhou com Pedro Infante antes de sua morte em 1957. Primeiro filme mexicano a ganhar o Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro.
Uma mulher branca entra em um romance com um índio mexicano, Tizoc. As barreiras raciais entre os amantes se revelam intransponíveis, resultando em tragédia. No final, a maneira como Tizoc e Maria morrem, se assemelha à lenda dos vulcões Popocatepetl e Iztaccihuatl, onde o filme termina com uma visão deles. Não curti muito as cenas de caçadores 'matando' os animais, pois pareciam muito reais.