O primeiro capítulo mostra o interesse de Andre pela música desde a infância e falar da
formação da sua primeira banda Viper, em 1985. Na época, os integrantes eram todos
adolescentes e Andre, o mais novo, tinha apenas 14 anos – mas o primeiro álbum deles
(“Soldiers of Sunrise”) foi um divisor de águas na história do metal nacional, que na época
estava apenas engatinhando. Só que logo após o lançamento do segundo álbum (“Theater of
Fate”) – quando a banda estava no auge, fazendo sucesso internacionalmente –, o Andre saiu
do Viper para se dedicar exclusivamente aos estudos de música clássica – o que mudaria
mudou completamente o rumo da sua vida.
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Pra quem é fã vale o acervo e a homenagem. Ainda bem que tem bastante material!!!
Excelente.
Assisti dia 17/01/2026, em uma exibição gratuita no Youtube, disponibilizada pelo diretor e produto do documentário Anderson Bellini.
(pequeno desabafo inicial)
Uma das maiores coisas que me arrependo na vida é não ter prestigiado esse artista enquanto vivo.
Não consigo expressar em palavras o amor e a gratidão que tenho pelo trabalho do André Matos, não falo apenas na sua participação em bandas, mas principalmente em trabalho solo.
Digo com convicção que o trabalho dele salvou a minha vida! Fico um pouco triste pois não tenho com quem compartilhar esse sentimento de compaixão, mas penso que o mais importante é saber que este sentimento existe e que a mente brilhante deste homem pôde mudar a história da música no nosso país, assim como a história do rock no geral.
Gostei bastante da primeira parte, trazer esse histórico familiar do André Matos é muito aconchegante; quebrou alguns boatos que já tinha ouvido fala sobre o André, do tipo ter nascido em berço de ouro e etc... A parte do Viper é de aquecer o coração, como pode terem criado melodias tão mágicas...
Fazia um certo tempo que não assistia nada relacionado a rock ou as suas subdivisões, me bateu uma nostalgia marcante do tempo da minha adolescência por escutar bastante Angra. Observo que um documentário feito de um fã para os fãs, isso que eu gosto, documentários em que as pessoas se identificam com o artista, mostra que ele tem muito das raízes do BR, não apenas dos gringos.
Mas fugindo um pouco do tempo do documentário,(hipótese) percebi que o André Matos poderia ser uma pessoa com TEA (no caso eu sou TEA), principalmente a parte dos pés, porque eu também tenho uma mania de enrolar os pés desde da infância.
Eu esperava bem mais, espero que o segundo seja bem melhor.