A série pode ser considerada diferenciada por sua abordagem, já que a pegada pós-apocalíptica foge um pouco do tradicional em alguns aspectos. Ok, temos uma doença misteriosa que acabou com a população, mas o lance é que apenas os adultos acabam morrendo e sobram apenas as crianças como únicas sobreviventes (Sim temos outras obras nessa pegada, mas não é algo tão saturado pelo menos). A história se passa na Sicília, o que já é outro diferencial e tira a gente dos lugares habituais do gênero (EUA na maioria) com uma paisagem impressionante e um clima de realismo até que bem pé no chão, além do que ela faz uma mistura entre beleza e destruição de uma forma até que digna de grandes produções.
A prota se chama Anna e ela é uma jovem fodona que busca proteger seu irmão mais novo enfrentando perigos e situações cada vez mais difíceis em um mundo selvagem e imprevisível. (Não vou me aprofundar para não dar spoiler)
O grande atrativo da série para mim foi a forma como ela busca mistura fantasia e drama pesado, com cenas que são ao mesmo tempo poéticas e intensas. Afinal são crianças, mas tendo que se adaptar a esta nova realidade quase que selvagem. A maneira como ela aborda essa inocência perdida e a brutalidade das crianças também é bem legal, e a forma como isso é explorado torna a trama emocionante e, por vezes, até perturbadora. Eu realmente gostei da série, é uma pena que não vi divulgação da mesma e nem sinal de sair em algum serviço de streaming por aqui. Me amarraria em uma segunda temporada, mas não sei se vai rolar, pois assim que terminei a série fui atrás do livro que deu origem a mesma e ele acaba ali onde a série encerra.
De modo geral, se você curte o tema, recomendo tentar caçar ela para assistir.
Um vírus se espalhou pelo mundo, matando todos os adultos e deixando as crianças sozinhas, Agóra élas vão ter que lutar por paz e pela própria sobrevivencia.
A série pode ser considerada diferenciada por sua abordagem, já que a pegada pós-apocalíptica foge um pouco do tradicional em alguns aspectos. Ok, temos uma doença misteriosa que acabou com a população, mas o lance é que apenas os adultos acabam morrendo e sobram apenas as crianças como únicas sobreviventes (Sim temos outras obras nessa pegada, mas não é algo tão saturado pelo menos). A história se passa na Sicília, o que já é outro diferencial e tira a gente dos lugares habituais do gênero (EUA na maioria) com uma paisagem impressionante e um clima de realismo até que bem pé no chão, além do que ela faz uma mistura entre beleza e destruição de uma forma até que digna de grandes produções.
A prota se chama Anna e ela é uma jovem fodona que busca proteger seu irmão mais novo enfrentando perigos e situações cada vez mais difíceis em um mundo selvagem e imprevisível. (Não vou me aprofundar para não dar spoiler)
O grande atrativo da série para mim foi a forma como ela busca mistura fantasia e drama pesado, com cenas que são ao mesmo tempo poéticas e intensas. Afinal são crianças, mas tendo que se adaptar a esta nova realidade quase que selvagem. A maneira como ela aborda essa inocência perdida e a brutalidade das crianças também é bem legal, e a forma como isso é explorado torna a trama emocionante e, por vezes, até perturbadora. Eu realmente gostei da série, é uma pena que não vi divulgação da mesma e nem sinal de sair em algum serviço de streaming por aqui. Me amarraria em uma segunda temporada, mas não sei se vai rolar, pois assim que terminei a série fui atrás do livro que deu origem a mesma e ele acaba ali onde a série encerra.
De modo geral, se você curte o tema, recomendo tentar caçar ela para assistir.
Série bem doida bem diferentona achei top.
Um vírus se espalhou pelo mundo, matando todos os adultos e deixando as crianças sozinhas, Agóra élas vão ter que lutar por paz e pela própria sobrevivencia.