Com um filho de 7 anos, Lucia e Manuel vivem um momento no casamento em que os desejos comuns começam a se estagnar, mas eles ainda compartilham um sonho: construir uma casa com jardim fora da cidade. Para isso, vendem seu apartamento e se mudam para a casa da mãe de Lucia enquanto as obras progridem. Com a mudança, porém, as pressões entre o casal apenas aumentam e, apesar de não admitirem, Lucía e Manuel começam se distanciar emocionalmente. Exibido na mostra competitiva no Festival de San Sebastián e no Festival de Toronto 2014.
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chatinho D+
Despretensioso e envolvente!
Apesar do ritmo moroso, me cativou ...
Conheço três tipos de filmes argentinos que são bem distintos entre si, os que gosto mais são os de histórias com narrativas mais convencionais, que mostram o lado humano de “Los Hermanos”, tais como “O Filho da Noiva” e “Infância Clandestina”. Os que gosto menos são aqueles que apresentam tramas mais desconexas, confusas e que causam estranhamento imediato, tais como “O Pântano” ou “A Menina Santa”. E por fim, tem um que nem gosto, nem desgosto. São filmes que apresentam uma boa história, tem bons personagens, mas que resulta irregular devido a uma narrativa que não define para onde quer seguir, tais como “O Abraço Partido” ou esse “Ar Livre”. Aqui, um simpático casal com um filho de sete anos decide reformar uma casa em que vão morar e enquanto isso, eles levam a vida numa rotina anárquica em meio a desentendimentos. Tem até uma cena no final que causa certa aflição, mas o lance é que o filme poderia ser melhor (e mais regular).