É visível a tentativa de alguns diretores de receber uma notoriedade técnica no meio cinematográfico. Curtas são confundidos com ensaios de cinema e experimentos. O diretor e roteirista (e grande amigo) Bruno Barrenha realiza aqui um filme auto-biográfico (como a própria descrição do vídeo diz) e sem propósito além disso. É vazio de significado, tendo como "trama" o dia de um garoto e suas paixões. O verdadeiro mistério fica pro espectador em descobrir o por quê da voz do Hal de 2001 (talvez remetendo à "mecanização" do dia-a-dia do personagem) em momentos, aparentemente, aleatórios.
Não entendi porra nenhuma.
É visível a tentativa de alguns diretores de receber uma notoriedade técnica no meio cinematográfico. Curtas são confundidos com ensaios de cinema e experimentos. O diretor e roteirista (e grande amigo) Bruno Barrenha realiza aqui um filme auto-biográfico (como a própria descrição do vídeo diz) e sem propósito além disso. É vazio de significado, tendo como "trama" o dia de um garoto e suas paixões. O verdadeiro mistério fica pro espectador em descobrir o por quê da voz do Hal de 2001 (talvez remetendo à "mecanização" do dia-a-dia do personagem) em momentos, aparentemente, aleatórios.