Hércules (Steve Reeves) é chamado a Iolco para ser o tutor do príncipe Iphitus (Mimmo Palmara), filho do Rei Pélia (Ivo Garrani).
Imediatamente a sua chegada Hércules se apaixona pela leveza e delicada Iola (Sylvia Koscina), filha do Rei.
Muitos anos antes Jasão (Fabrizio Mioni) era o verdadeiro herdeiro do trono de Iolco, mas Pélia, que era seu meio irmão, com a ajuda de Eurysteus (Arturo Dominici), mata seus pais, lança o pequeno Jasão nas corredeiras de um rio e assume o trono.
A única evidência do que realmente aconteceu, está escrito em sangue nas costas do velocino de ouro do Rei assassinado.
Hércules decide enfrentar qualquer obstáculo para conquistar a bela Iola, entre eles acompanhar Jasão, criado pelos Deuses, na perigosa busca pelo velocino de ouro perdido.
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08.01.1989
Trata-se de antológico peplum ítalo-espanhol, de 1958, dirigido por Pietro Francisci e estrelado pelo musculoso Steve Reeves.
Revendo-o novamente pelo YouTube, confesso que a figura de Hércules foi pouco explorada nesse filme, com o roteiro ofuscando as poucas façanhas do herói na trama.
Sylva Koscina em dados momentos, se destaca no filme, esbanjando charme e beleza, mas não convenceu muito com sua personagem.
Com a primorosa fotografia de Mario Bava, "Hércules" ainda funciona como um típico passatempo nostálgico três estrelas.
Esse foi um dos clássicos da extinta atração "Sempre aos Domingos" (TV Record), no final da década de 70.
Um dos poucos filmes que mostram os gémeos Pólux e Castor, irmãos de Helena de Troia e de Clitemnestra, rainha de Esparta e esposa de Agamemnon.
Filhos da rainha Leda, apesar de gêmeos, Pólux, assim como Helena, era filho de Zeus, enquanto Castor e Clitemnestra era filhos do rei Tíndaro.
Muito unidos, quando Castor foi morto Polux pediu a Zeus por sua vida e o deus do Olimpo concedeu aos dois a imortalidade como duas estrelas na constelação de gêmeos, originando o sígno do zodíaco de mesmo nome.
Os nomes deles aparecem nos dois útimos filmes da série "Jogos Vorazes", e também no filme "A Outra Face".
Na Bíblia, em Atos dos Apóstostos, 29,11, o barco que São Paulo toma de Malta para Siracusa possui as ensígnias do gémeos Dióscuros.
Que filme ruim... não entendi nada, e os atores muito mecanizados. (Não vi até o final, porque não vale a pena)
Para um filme dos anos 50, acho que envelheceu bem. Steve Reeves está ótimo no papel do protagonista e algumas cenas de ação estão muito bem feitas para a época, (como a luta com o leão). O roteiro parece confuso em alguns momentos, como se estivesse indeciso sobre quem é o real protagonista da história: Hércules ou Jasão; porém, se sai bem melhor do que as versões sem pé nem cabeça (embora divertidas) estreladas por Lou "Hulk" Ferrigno mais de vinte anos depois.