Após a Guerra de Troia, Odisseu enfrenta uma perigosa jornada de volta para Ítaca, encontrando criaturas como o Ciclope Polifemo, as Sereias e Calipso pelo caminho.
nunca tive interesse por mitologia e conhecia bem pouco sobre a história mas caralho, fiquei entretida do começo ao fim, que filmão! foram três horas dentro do cinema que passaram despercebidas.
a cena da bruxa moldando a mão os porcos foi extremamente bizarra mas a demonstração da corrupção do homem na guerra, e o detalhe genial da frase "voltem aos seus disfarces" foi espetacular!
acho que a única coisa negativa pra mim foi ter que aturar tantas cenas do água de salsicha do Tom Holland. ator FRAQUÍSSIMO que em todos os papéis tá sempre com essa cara de coitado e, como esperado, foi engolido em todas as cenas.
Uma experiência rara! Saí do cinema extasiado, sentindo algo que há muito tempo um filme não despertava em mim: momentos genuínos de catarse. Nolan não apenas adapta a epopeia de Homero, ele consegue captar sua essência e traduzir isso para o cinema com sensibilidade, intensidade e uma potência emocional impressionantes.
Em diversos momentos, senti que a jornada de Odisseu também era a minha. O filme nos conduz a refletir sobre as mesmas dúvidas, medos e escolhas que acompanham o protagonista. Sequências como a passagem pela Ilha das Sereias, o encontro com Circe e, principalmente, os diálogos entre Odisseu e Penélope carregam um peso dramático extraordinário.
As atuações são impecáveis. Anne Hathaway entrega uma Penélope intensa, inteligente e profundamente humana. Matt Damon constrói um Odisseu complexo, que parte do estrategista brilhante da Guerra de Troia e, ao longo de sua longa travessia, é transformado pelas consequências de sua própria soberba e pelos desafios impostos pelos deuses.
No fim, mais do que contar uma história de retorno, Nolan nos lembra que Ítaca talvez nunca tenha sido apenas um lugar. A verdadeira jornada é a transformação de quem percorre o caminho. Essa, para mim, continua sendo a mensagem mais poderosa da obra de Homero, e que o filme consegue transmitir com uma beleza impressionante.
A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda. E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Que porcaria de filme ! E os mesmos que falam mal do novo Resident evil, são os mesmos que falam bem desta galhofa aqui...
nunca tive interesse por mitologia e conhecia bem pouco sobre a história mas caralho, fiquei entretida do começo ao fim, que filmão! foram três horas dentro do cinema que passaram despercebidas.
a cena da bruxa moldando a mão os porcos foi extremamente bizarra mas a demonstração da corrupção do homem na guerra, e o detalhe genial da frase "voltem aos seus disfarces" foi espetacular!
acho que a única coisa negativa pra mim foi ter que aturar tantas cenas do água de salsicha do Tom Holland. ator FRAQUÍSSIMO que em todos os papéis tá sempre com essa cara de coitado e, como esperado, foi engolido em todas as cenas.
mesmo assim, um filme incrível.
Uma experiência rara! Saí do cinema extasiado, sentindo algo que há muito tempo um filme não despertava em mim: momentos genuínos de catarse. Nolan não apenas adapta a epopeia de Homero, ele consegue captar sua essência e traduzir isso para o cinema com sensibilidade, intensidade e uma potência emocional impressionantes.
Em diversos momentos, senti que a jornada de Odisseu também era a minha. O filme nos conduz a refletir sobre as mesmas dúvidas, medos e escolhas que acompanham o protagonista. Sequências como a passagem pela Ilha das Sereias, o encontro com Circe e, principalmente, os diálogos entre Odisseu e Penélope carregam um peso dramático extraordinário.
As atuações são impecáveis. Anne Hathaway entrega uma Penélope intensa, inteligente e profundamente humana. Matt Damon constrói um Odisseu complexo, que parte do estrategista brilhante da Guerra de Troia e, ao longo de sua longa travessia, é transformado pelas consequências de sua própria soberba e pelos desafios impostos pelos deuses.
No fim, mais do que contar uma história de retorno, Nolan nos lembra que Ítaca talvez nunca tenha sido apenas um lugar. A verdadeira jornada é a transformação de quem percorre o caminho. Essa, para mim, continua sendo a mensagem mais poderosa da obra de Homero, e que o filme consegue transmitir com uma beleza impressionante.
A Odisseia talvez seja o melhor filme do ano. Virou facilmente um dos meus favoritos, porque é simplesmente muito bom. A trilha sonora, os efeitos visuais, a fotografia e toda a parte técnica funcionam muito bem, criando uma experiência cinematográfica absurda.
E, apesar das 3 horas de duração, em nenhum momento senti que o filme se arrasta. O ritmo funciona muito bem e faz o tempo passar sem perceber. Favoritei porque é daqueles filmes que eu sei que vou rever muitas vezes ao longo dos anos e que provavelmente vou continuar encontrando coisas novas a cada revisão.
Amei o filme, um dos meus favoritos desse ano.