¡Asu mare! 3, em Miami, um novo integrante chega na vida dos recém-casados Cachín e Emilia, colocando a prova a relação dos Alcántara e dos Rizo-Patrón.
Quando assisti Asu Mare 1, Carlos Alcántara me foi "vendido" como o melhor comediante peruano e eu até comprei essa ideia e tinha achado aquele filme incrivelmente perfeito. Depois veio Asu Mare 2 e na época deu um banho de água fria, pois achei bem inferior. A medida que fui conhecendo mais do cinema e teledramaturgia peruana, foi conhecendo e apreciando o trabalho de outros atores cômicos, como Jorge Benavides, Carlos Vilchez e todo aquele pessoal proveniente do Especial del Humor e Risas y Salsa...e o Carlos Alcántara passou a ficar meio que de escanteio na minha preferência. Hoje isso mudou muito, mas o trampolim para que o trabalho do Alcántara voltasse a se tornar interessante pra mim foi essa sequência, que reanimou uma saga que havia sido enterrada pelo segundo filme. Evidentemente que meu maior conhecimento de atores peruanos fez toda a diferença dessa vez, e muitos personagens que eu achava que haviam sido inseridos nesse filme, estavam presentes nos anteriores e passaram até batido, mas aqui roubaram a cena, como a Anahi de Cárdenas e o Andrés Salas (esse cara é tão figurinha carimbada no cinema peruano quanto o Milhem Cortaz é aqui). O filme é muito divertido, mantém o nível do primeiro e narra uma passagem bem mais interessante na vida do Alcántara do que seu casamento retratado no segundo.
Quando assisti Asu Mare 1, Carlos Alcántara me foi "vendido" como o melhor comediante peruano e eu até comprei essa ideia e tinha achado aquele filme incrivelmente perfeito. Depois veio Asu Mare 2 e na época deu um banho de água fria, pois achei bem inferior. A medida que fui conhecendo mais do cinema e teledramaturgia peruana, foi conhecendo e apreciando o trabalho de outros atores cômicos, como Jorge Benavides, Carlos Vilchez e todo aquele pessoal proveniente do Especial del Humor e Risas y Salsa...e o Carlos Alcántara passou a ficar meio que de escanteio na minha preferência. Hoje isso mudou muito, mas o trampolim para que o trabalho do Alcántara voltasse a se tornar interessante pra mim foi essa sequência, que reanimou uma saga que havia sido enterrada pelo segundo filme. Evidentemente que meu maior conhecimento de atores peruanos fez toda a diferença dessa vez, e muitos personagens que eu achava que haviam sido inseridos nesse filme, estavam presentes nos anteriores e passaram até batido, mas aqui roubaram a cena, como a Anahi de Cárdenas e o Andrés Salas (esse cara é tão figurinha carimbada no cinema peruano quanto o Milhem Cortaz é aqui). O filme é muito divertido, mantém o nível do primeiro e narra uma passagem bem mais interessante na vida do Alcántara do que seu casamento retratado no segundo.