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Data de lançamento
31 Out. 2008Duração
Noruegua, início dos anos 90: o Black Metal rapidamente desponta como o movimento musical mais polêmico da história. A ele são atribuídos incêndios e depredações a monumentos sagrados e assassinatos. Mas o que está além de toda essa agressividade? Sobretudo, quais são as origens artísticas deste movimento que, a despeito de toda violência, exerce absoluto fascínio por sua rica subcultura a ponto da Noruega se orgulhar de tê-lo como um de seus patrimônios culturais? Despidos de preconceitos, Aaron Aites e Audrey Ewell investigam as raízes do movimento a partir de quem o viveu à época, e o resultado irá muito além das fronteiras da mera rebeldia.
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Se eu que acompanho muito pouco o movimento/estilo fiquei extremamente feliz ao término,imagina quem está por dentro da situação.
>Assistido em 20 de Setembro de 2024
Considerações:
1- Maravilhoso para quem quer entender a ordem cronológica do surgimento das bandas, elementos e como uma influenciou a outra de algum modo, como a cena se sustentou de fato e de onde vieram referências. Black metal é uma arte para poucos.
2- Sempre fico absurdamente revoltada com bando de adolescentes insolentes, ok, ngm é responsa tão cedo mas é foda como o Dead poderia TALVEZ ter tido outro fim. Não culpa de ninguém, mas nunca vi algum amigo usando a mesma cabeça intelectual e revolucionária pra perceber que o Dead mesmo com seu jeito singular de sentir a arte, precisaria de alguma ajuda.
3- Narrativas esclarecedoras para entender toda loucura da cena, mas senti falta de outros pontos de vistas. Muito foco no Varg (n4zista de merda).
4- "O cristianismo é a raiz de todos os problemas do mundo moderno... em todo lugar que católicos, protestantes ou cristãos chegaram, a cultura foi destruída" Uma pena que a frase venha de um nazista de merda, pois sim, inclusive é uma frase e argumento que justifica muito dos atos que sustentaram a contracultura e o avesso da perfeição. Não é perfeito, e desde a antiguidade a igreja sustenta estruturas que oprimem e impulsionam a prevalência do tradicionalismo cristão, da burguesia no topo etc (chega se não vira aula de história)
5- Fenriz é demais, Darkthrone significa muito para mim.
6- Já falei “nazista de merda” hoje?
King Crimson >>>>>> Burzum rsrs
É interessante para conhecer a verdadeira história do Black Metal norueguês, resolvi assistir esse documentário atrás de mais informação sobre essa história, bizarra e macabra, lógico. Varg não é um narrador confiável, impossível acreditar na palavra de um cara que teve capacidade de fazer o que fez. Estava até simpatizando com o Fenriz até ele resolver dizer que o Varg era foda, e continuar idolatrando o cara depois de tudo. E sobre o comentário do Hellhammer a respeito do assassinato cometido pelo Faust, nem precisa dizer mais nada né, é repugnante. Foi legal a transformação da helvete, as reflexões envolvendo as ligações do BM e satanismo disseminadas pela mídia, além da crítica a respeito da imposição da religião cristã sobre as outras como forma de dominação.
Documentário definitivo sobre o Black mental.