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Data de lançamento
13 Set. 2005Duração
Hassan (Ayad Akhtar) é um paquistanês que estuda engenharia em Paris. Um dia ele é preso pelo serviço de inteligência local, acusado de praticar atos terroristas. Preso e torturado enquanto esteve preso, ao sair Hassan decide participar de uma missão terrorista. Ele entra sorrateiramente nos Estados Unidos, onde se une a uma célula terrorista situada em Nova York. Na manhã do ataque todos os integrantes da célula são presos, com exceção de Hassan e Khalid (Charles Daniel Sandoval), o líder do grupo. Hassan consegue refúgio junto a Sayeed (Firdous Bamji), um amigo de infância que não suspeita de nada e que vive com a família em Nova Jersey. A cada dia que passa Hassan se vê mais dividido entre suas crenças e o sentimento que nutre por Sayeed e sua família.
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As feridas do pós 11 de Setembro renderam bons filmes sobre o terrorismo e sua face aterrorizadora. A primeira vista, esse filme parece até uma produção estrangeira realizada nos Estados Unidos, mas logo se vê que não é. A história: Um rapaz paquistanês que vive na França é capturado e depois de ser torturado vai aos Estados Unidos visitar amigos, porém, na verdade ele esconde os reais motivos de sua visita. Por fim, a trama é sobre paquistaneses que moram nos EUA e precisam conviver num país no qual todos desconfiam de suas reais intenções. Feito quatro anos depois do malfadado dia, o filme faz pensar bastante sobre muitas questões referentes ao terrorismo, mas ao todo, a trama é irregular, com alguns bons momentos e outros nem tanto.
Aldo Freitas abaixo lembra muito bem que a tradução literal do filme é "A Guerra Interior", claro ligado a um "Ato Terrorista", mas, na minha opinião, ao contrário do que pensa Aldo Freitas, o dilema interior de Hassan está voltado para aquilo que foi "enfiado" à força na sua cabeça através das contínuas terríveis torturas. Faz crer que o Islam é impiedoso e não vê barreiras para detê-lo dos seus intentos.
Bom, mas meio lento.
horrível.
Lembrem que a tradução literal para o título é A Guerra Interior, ou de forma mais coloquial, O Conflito Interior. Só que praticamente não há esse conflito. Mesmo com essas falhas, “Ato Terrorista” deve ser assistido com a devida reflexão que merecem temas tão sérios quanto esse. Leia mais em