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Cuba, 2012: Raul Castro revoga a lei da “carta branca”, que obrigava os cubanos a pedir autorização para viagens ao exterior. Agora o país está passando por um período de reformas e incertezas. Cintia também está em transição e ela deve definir o seu destino que também é incerto na ilha. Atrás de respostas para o seu futuro, ela viaja em busca de suas origens e das raízes do seu povo.
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A abertura cubana realizada pelo presidente Raul Castro está ilustrada na trajetória de Cíntia, que percorre o interior do país a fim de descobrir se pertence a esta nova Cuba ou se deve emigrar para os Estados Unidos. A narrativa contemplativa, feita para quem está disposto a mergulhar na cultura cubana, sobretudo histórica e musical, adota ritmo paciente, nada mais do que reflexo do estado de espírito incerto da protagonista, e, em seus recortes documentais e atuações amadoras, permite conhecer o país ora fechado ao mundo.
O filme vinha num ritmo bem cansativo, arrastado até, mas daí no clímax conseguiu se redimir e trazer algo mais interessante dramaturgicamente. Eu teria acabado o filme no telefonema pós-clímax. Diálogo emocionante, imagens bonitas dos passageiros... Teria sido mais bonito e encerrava bem a proposta do filme.
Mas não, resolveram esticar por mais 15min com cenas avulsas e dispensáveis, que não acrescentaram nada e só cansaram o espectador.