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"Baba Joon", conta a história de Yitzhak, que se orgulha em manter a fazenda de perus que seu pai construiu quando a família se mudou do Irã para Israel. Com seu filho, Moti, prestes a fazer treze anos, Yitzhak espera que o menino aprenda o ofício e, no fim, assuma o negócio. Porém, o verdadeiro interesse e habilidade de Moti é a mecânica, reconstruindo carros antigos e caminhões. O filho não esconde seus desejos para o pai, o que gera um crescente conflito, pois Yitzhak vê a rejeição como um insulto a todos os valores que ele preza.
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Esse final foi pra agradar o grande público.
Que filme!
Traz como tema o conflito de gerações, a carga de preencher a lacuna geracional. Em um ambiente patriarcal onde não há espaço para anseios próprios o pequeno Moti luta para ter a sua individualidade. Um belo e emocionante filme que levanta questões importantes sobre o conflito de gerações, e mais que isso traz um olhar de esperança, de mudança e amor.
Em alguns momentos talvez uma dose exagerada de sentimentalismo, mas nada que atrapalhe o andamento da história. O roteiro ainda levanta questão de defender a tradição como imigrante e o obstáculo que ela representa para a independência pessoal. O velho e bom conflito de gerações também não fica de fora!! EXCELENTE!!
Contra a sua vontade, Moti precisa ajudar o seu pai Yitzhak a tocar uma granja de perus. Ele gostava de mexer com carros e motos. O filme mostra os conflitos entre pais e filhos que se reproduzem aos borbotões em todas as culturas de natureza patriarcal. Na minha infância, contra a minha vontade, eu precisei ajudar o meu pai a tocar uma peixaria. Eu gostava de jogar bola na rua. O final hollywoodiano achei inconsequente. Talvez eu esteja errado. Pode ser que o diretor Yuval Delshad tenha desejado sugerir que as sociedades patriarcais estão se transformando. Baba Joon mostra paisagens bonitas de Israel. Filme bom para quem gosta de conhecer culturas diferentes da sua.