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Sinopse
Badrinath Bansal (Varun) de Jhansi e Vaidehi Trivedi (Alia) de Kota pertencem a pequenas cidades, mas têm opiniões diametralmente opostas sobre tudo. Isso leva a um choque de ideologias, apesar de ambos reconhecerem a bondade um do outro.
A parte na Índia é legalzinha... Mas a segunda parte, fica meio chata, rola uma aculturação pra qm espera um Bollywood mais raíz, até na questão das cores. Ele vem com uma fala mais moderna, menos machista, mas ainda assim deixa a desejar.
Eu estava bem ansiosa para ver esse filme, mas por razões maiores adiei até agora. Pois bem, Alia e Varun são meus bebês então eu tinha muitas expectativas e conto que nos primeiros 54 minutos eu estava adorando
Achei muito massante as ceninhas de ciúme do Badri, decepcionada pela Vaidehi no final sempre aceitar as birras do Badri aff. E, não sou conhecedora do cinema indiano (só vi menos de 10), mas não senti tanto um machismo escancarado como foi nesse (tirando the dirty picture, mas aí são outros quinhentos).
Eu fiquei de cara com a agressividade do Badri para cima da Vaidehi e os seus berros de "Ela é minha". Eu imagino que a Índia seja um lugar bastante machista, mas me espantei com o tanto. Mesmo tendo momentos que pareciam querer dar uma "lição de moral" a respeito desse lance de dotes, ou fazer reza pra mulher ter filho homem e as demais coisas mostradas ao longo do filme, eu ainda fiquei muito pé atrás com esse discurso.
Não sei, não me convenceu aquele momento final em que o Badri vai todo pomposo para cima do pai, falando que a criadora da cidade era uma rainha e não sei mais lá o quê (não me desceu esse discurso).
Eu tenho tanto gosto pelo cinema indiano, mas esse vai ficar me devendo um pouco pela correria de arrumar tudo faltando pouco para o filme acabar.
Tiveram mais de 2 horas, mas preferiram gastar com as ceninhas do Badri fazendo confusãozinha ou aquela cena ridícula da gangue apalpando ele ZzZz..
Enfim, tava pensando em ver esse filme com uma amiga, mas acho que ela teria uma síncope e precisaria encomendar um botijão de oxigênio que nem o pai do Badri de tanta raiva kkk.
Muito que bem, eu ainda tenho muita coisa pra pensar sobre o filme e muito pra falar sobre, mas vou guardar isso para debates entre amigos, pois não quero me estender mais por aqui.
A parte na Índia é legalzinha... Mas a segunda parte, fica meio chata, rola uma aculturação pra qm espera um Bollywood mais raíz, até na questão das cores. Ele vem com uma fala mais moderna, menos machista, mas ainda assim deixa a desejar.
Eu estava bem ansiosa para ver esse filme, mas por razões maiores adiei até agora. Pois bem, Alia e Varun são meus bebês então eu tinha muitas expectativas e conto que nos primeiros 54 minutos eu estava adorando
(Varun lindo vestido de noivinho aaaa)
Achei muito massante as ceninhas de ciúme do Badri, decepcionada pela Vaidehi no final sempre aceitar as birras do Badri aff. E, não sou conhecedora do cinema indiano (só vi menos de 10), mas não senti tanto um machismo escancarado como foi nesse (tirando the dirty picture, mas aí são outros quinhentos).
Eu fiquei de cara com a agressividade do Badri para cima da Vaidehi e os seus berros de "Ela é minha". Eu imagino que a Índia seja um lugar bastante machista, mas me espantei com o tanto. Mesmo tendo momentos que pareciam querer dar uma "lição de moral" a respeito desse lance de dotes, ou fazer reza pra mulher ter filho homem e as demais coisas mostradas ao longo do filme, eu ainda fiquei muito pé atrás com esse discurso.
Não sei, não me convenceu aquele momento final em que o Badri vai todo pomposo para cima do pai, falando que a criadora da cidade era uma rainha e não sei mais lá o quê (não me desceu esse discurso).
Eu tenho tanto gosto pelo cinema indiano, mas esse vai ficar me devendo um pouco pela correria de arrumar tudo faltando pouco para o filme acabar.
Tiveram mais de 2 horas, mas preferiram gastar com as ceninhas do Badri fazendo confusãozinha ou aquela cena ridícula da gangue apalpando ele ZzZz..
Enfim, tava pensando em ver esse filme com uma amiga, mas acho que ela teria uma síncope e precisaria encomendar um botijão de oxigênio que nem o pai do Badri de tanta raiva kkk.
Muito que bem, eu ainda tenho muita coisa pra pensar sobre o filme e muito pra falar sobre, mas vou guardar isso para debates entre amigos, pois não quero me estender mais por aqui.
** Ainda fui muito generosa dando três estrelas.