Muito difícil de criar empatia ou sentir compaixão pelo "Donny". Pra mim a frase que define bem a sua personalidade foi dita pelo próprio: "O que eu mais gosto na vida é ter pena de mim mesmo". Quem rouba o filme é Jessica Gunning (Martha).
Confesso que de todas as séries ou filmes que eu já assisti, eu nunca senti uma pena do protagonista como eu senti nessa, quase chorei junto com o personagem em uma determinada cena. A trama fala sobre um tema cada vez mais atual e importante: O Stalker, aquela pessoa que do nada cria uma fascinação por você, e começa a te perseguir, e até invadir a sua privacidade. Na vida real, vemos isso acontecer mais com pessoas famosas, celebridades... Mas, a série mostra que isso pode acontecer com qualquer pessoa, pois o cara não era alquem muito famoso, muito pelo contrário: Era um comediante fracassado, e que trabalhava em um bar, e ela só começou a criar fascinação por ele, depois de um gesto de gentileza. E pra quem acha que é só isso, série vai muito além: São só 7 episodios, com um pouco mais de 30 minutos de duração cada, e vemos: Abuso sexual, homofobia, preconceito, e muita tensão. A história vai fundo na ferida, falando de assunto que afeta milhares de pessoas, sobre como função lida ou tenta lidar com os traumas do passado. Tem hora que eu me perguntava: como esse cara deixou isso acontecer? Por que ele não denunciou? Mas, conforme os episodios vão andando, o ritmo vai indo, você vai entendo o porque de tudo. É uma situação complicada e delicada. Senti muita raiva da polícia, que deu a impressão que queriam ver as coisas piorarem, o circo pegar fogo para agirem logo. Ótima atuação do ator e comediante Richard Gadd, me impressionou bastante. Uma minissérie com um tema bem delicado, sensível, e importante. Ver menos
Muito difícil de criar empatia ou sentir compaixão pelo "Donny". Pra mim a frase que define bem a sua personalidade foi dita pelo próprio: "O que eu mais gosto na vida é ter pena de mim mesmo". Quem rouba o filme é Jessica Gunning (Martha).
Confesso que de todas as séries ou filmes que eu já assisti, eu nunca senti uma pena do protagonista como eu senti nessa, quase chorei junto com o personagem em uma determinada cena. A trama fala sobre um tema cada vez mais atual e importante: O Stalker, aquela pessoa que do nada cria uma fascinação por você, e começa a te perseguir, e até invadir a sua privacidade. Na vida real, vemos isso acontecer mais com pessoas famosas, celebridades... Mas, a série mostra que isso pode acontecer com qualquer pessoa, pois o cara não era alquem muito famoso, muito pelo contrário: Era um comediante fracassado, e que trabalhava em um bar, e ela só começou a criar fascinação por ele, depois de um gesto de gentileza. E pra quem acha que é só isso, série vai muito além: São só 7 episodios, com um pouco mais de 30 minutos de duração cada, e vemos: Abuso sexual, homofobia, preconceito, e muita tensão. A história vai fundo na ferida, falando de assunto que afeta milhares de pessoas, sobre como função lida ou tenta lidar com os traumas do passado. Tem hora que eu me perguntava: como esse cara deixou isso acontecer? Por que ele não denunciou? Mas, conforme os episodios vão andando, o ritmo vai indo, você vai entendo o porque de tudo. É uma situação complicada e delicada. Senti muita raiva da polícia, que deu a impressão que queriam ver as coisas piorarem, o circo pegar fogo para agirem logo. Ótima atuação do ator e comediante Richard Gadd, me impressionou bastante. Uma minissérie com um tema bem delicado, sensível, e importante. Ver menos
não consegui terminar de tão ruim e chato
Assistimos antes de agosto de 2024. Porém, não marquei data
Tive que avançar algumas partes, porque se tornou cansativa do meio pro fim.