Um casal espera na estação por um trem para Veneza. Na plataforma, Julien diz a Marie que vai deixá-la para encontrar outra mulher. Ele a deixa sozinha em Paris, grávida do filho deles. Desapontada, Marie se recusa a fazer o papel de vítima. Ela encontra conforto no trabalho ao lado dos dois chefes, Jean-Jacques e Jean-Loup, que gerenciam um cinema de arte especializado em filmes clássicos americanos. Algumas semanas depois, Julien volta para tentar reatar com Marie e começar tudo de novo.
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Concordo totalmente com o Márcio Sallem. Fiquei frustrada com esse filme. A ideia é boa, mas o roteiro não ajuda.
A única coisa que gostei foi que a Marie trabalha em uma distribuidora de filmes (eu daria tudo pra fazer o trabalho que ela faz!).
Achei patético depois de o Julien ter largado a Marie grávida e falado que ia encontrar a amante, ela conseguir reatar o relacionamento com ele. Me desagrada muito esses filmes em que a mulher é retratada como uma debiloide sentimental, incapaz de tomar decisões racionais.
Conflitar a vontade de querer ficar e o disabor de uma traição com todos aqueles motivos que nos fazem procrastinar o término faz desse filme uma boa viagem e reflexão de até onde podemos, queremos e devemos aceitar algumas situações. Boas atuações, bons cortes. Vale a pena.
Retratado de maneira naturalista, sobretudo para o cinema francês, é desinteressante, aborrecido e longo demais nos seus poucos 72 minutos.
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