eu particularmente adoro filmes sem protagonistas, histórias contadas em formato de mosaico, com várias situações se entrelaçando, unidas por um mesmo propósito, uma mesma causa. no caso, é um tema que me interessa muito: a convivência de uma equipe de jornalistas dentro da redação, naquela correria do dia-a-dia pra diagramar matérias, conseguir um furo, tomar um cafezinho como desculpa para fofocar sobre o chefe ou até quebrar objetos dentro da sala e dizer que é arte conceitual (talvez a cena mais engraçada do filme). jeff goldblum sempre parece que fará algo inconveniente mas acaba sendo o mais descolado e querido de todos, sempre conseguindo o que quer. nos últimos dez minutos todos os núcleos se fecham e a sensação é a de ter passado uma semana ou mais com essas pessoas. acho que vou encerrar o dia vendo nos bastidores da notícia, do james l. brooks, como complemento.
p.s.: como nunca falaram que o john heard nos anos 70 era igualzinho ao armie hammer?
eu particularmente adoro filmes sem protagonistas, histórias contadas em formato de mosaico, com várias situações se entrelaçando, unidas por um mesmo propósito, uma mesma causa. no caso, é um tema que me interessa muito: a convivência de uma equipe de jornalistas dentro da redação, naquela correria do dia-a-dia pra diagramar matérias, conseguir um furo, tomar um cafezinho como desculpa para fofocar sobre o chefe ou até quebrar objetos dentro da sala e dizer que é arte conceitual (talvez a cena mais engraçada do filme). jeff goldblum sempre parece que fará algo inconveniente mas acaba sendo o mais descolado e querido de todos, sempre conseguindo o que quer. nos últimos dez minutos todos os núcleos se fecham e a sensação é a de ter passado uma semana ou mais com essas pessoas. acho que vou encerrar o dia vendo nos bastidores da notícia, do james l. brooks, como complemento.
p.s.: como nunca falaram que o john heard nos anos 70 era igualzinho ao armie hammer?