Bailey mora com seu irmão Hunter e seu pai Bug, que os cria sozinho em uma ocupação no norte de Kent. Bug não tem muito tempo para se dedicar a eles. Bailey busca atenção e aventura em outros lugares.
Nykya fez um ótima estreia e o Barry keoghan está muito bem no papel. O filme é bem pesado e acho que, infelizmente, representa a realidade de muita criança mundo afora. 18/04/2026
Confesso que não estava gostando de nada no começo do filme, mas transformação de Bailey acabou me pegando, Pra ser um roteiro perfeito, só faltou mostrar o Bird ser uma metáfora ou imaginação dela, sei lá. Nota 8,0.
Andrea Arnold põe um protetor fantástico para ajudar a narrativa restrita de Bailey nas intempéries de uma família (e uma sociedade disfuncional). Apesar das estranhezas de gosto duvidoso aqui ou acolá, é gentil o sopro de esperança no meio do caos.
Nem sei o que dizer aqui, só que os britânicos tem uma coisa diferente em fazer arte, principalmente dentro do cinema. Sempre me impressiono.
Sobre essa trama, foi tanta camada que você se perde se ficar pensando tanto… mas uma coisa é fato: representar subúrbios tão bem assim não é pra qualquer um. O que fica é, sim, eles são miseráveis, esquecidos pelo Estado, muitas vezes, esquecidos pelas famílias e familiares, mas vão se formando formas diferentes de amor nesse meio.
É possível ver a Bailey amadurecendo no próprio filme, e isso é lindo. O que eu compreendi, e senti, é que as vezes em meio a tanta merda, ela poderia se sentir sozinha, mas existe um lance quase espiritual, e em meio a um conflito pesado, onde ela mais precisava, ela percebe que não estava. A espiritualidade está presente em muitos signos nesse filme. Acho que o filme mais lindo que vi esse ano. Eterno na minha memória. Quando vi que era da mesma diretoria do curta Wasp, entendi tudo. Agora só preciso ir atrás de todos os filmes possíveis dessa mulher. Obrigada, grande inspiração!
Nykya fez um ótima estreia e o Barry keoghan está muito bem no papel. O filme é bem pesado e acho que, infelizmente, representa a realidade de muita criança mundo afora. 18/04/2026
Confesso que não estava gostando de nada no começo do filme, mas transformação de Bailey acabou me pegando, Pra ser um roteiro perfeito, só faltou mostrar o Bird ser uma metáfora ou imaginação dela, sei lá. Nota 8,0.
Bug: Eu não estou pronto pra ser avô. Não está pronto nem pra ser pai 😂😂😂😂😂😂
Andrea Arnold põe um protetor fantástico para ajudar a narrativa restrita de Bailey nas intempéries de uma família (e uma sociedade disfuncional). Apesar das estranhezas de gosto duvidoso aqui ou acolá, é gentil o sopro de esperança no meio do caos.
Nem sei o que dizer aqui, só que os britânicos tem uma coisa diferente em fazer arte, principalmente dentro do cinema. Sempre me impressiono.
Sobre essa trama, foi tanta camada que você se perde se ficar pensando tanto… mas uma coisa é fato: representar subúrbios tão bem assim não é pra qualquer um.
O que fica é, sim, eles são miseráveis, esquecidos pelo Estado, muitas vezes, esquecidos pelas famílias e familiares, mas vão se formando formas diferentes de amor nesse meio.
É possível ver a Bailey amadurecendo no próprio filme, e isso é lindo.
O que eu compreendi, e senti, é que as vezes em meio a tanta merda, ela poderia se sentir sozinha, mas existe um lance quase espiritual, e em meio a um conflito pesado, onde ela mais precisava, ela percebe que não estava.
A espiritualidade está presente em muitos signos nesse filme. Acho que o filme mais lindo que vi esse ano. Eterno na minha memória.
Quando vi que era da mesma diretoria do curta Wasp, entendi tudo.
Agora só preciso ir atrás de todos os filmes possíveis dessa mulher. Obrigada, grande inspiração!