Esta história poderia ser facilmente contada em 2 episódios. A história realmente se arrasta muito. No último episódio, está literalmente ofegante com um final bastante improvável. A atuação é muito boa, mas a história se estende muito além de seu limite.
, que por um transtorno dissociativo, traumático, precisou desenvolver essa ''persona de proteção'' , que agia na encolha mas que com o tempo, as coisas ficaram tão maiores, e o poder dele ficou tão grande devido ao ego, que acabou se expondo demais. O caso de psicopatia do pai, não é o caso do sam, psicopatia = sem remorso, sociopatia = com remorso , ambas ligadas a falta de empatia, pq embora os dois não sentissem remorso, o contexto do sam além de ser genético também é traumático, e pelo que vimos Peter sempre fora assim, e a psicopatia é uma doença, detectavel com exames. O erro de sam foi achar que por terem vivido a mesma situação, eram as mesmas pessoas...
Gostei muito, mas é uma pena ser tão curto, tinham nas mãos um PUTA DRAMA a ser melhor trabalhado na questão do amor incondicional de mãe, se é que existe mesmo. Não pude deixar de pensar (e temer também) sobre Precisamos Falar Sobre o Kevin, e na confusão de sentimentos que deve ter uma mãe/pai nessa mesma posição. O amor de uma mãe para com o filho resiste a tudo?
Achei legalzinha. Deu para passar o tempo! A fotografia realmente é muito boa, e está cheio mesmo de psicopatas nesse mundinho. Aquele lado bonzinho por fora,e por dentro; um vulcão de insanidade.
Esta história poderia ser facilmente contada em 2 episódios. A história realmente se arrasta muito.
No último episódio, está literalmente ofegante com um final bastante improvável. A atuação é muito boa, mas a história se estende muito além de seu limite.
Gostei muito dessa série, encara a psicopatia como deve ser encarada, em casos específicos como o de Sam
, que por um transtorno dissociativo, traumático, precisou desenvolver essa ''persona de proteção'' , que agia na encolha mas que com o tempo, as coisas ficaram tão maiores, e o poder dele ficou tão grande devido ao ego, que acabou se expondo demais. O caso de psicopatia do pai, não é o caso do sam, psicopatia = sem remorso, sociopatia = com remorso , ambas ligadas a falta de empatia, pq embora os dois não sentissem remorso, o contexto do sam além de ser genético também é traumático, e pelo que vimos Peter sempre fora assim, e a psicopatia é uma doença, detectavel com exames. O erro de sam foi achar que por terem vivido a mesma situação, eram as mesmas pessoas...
Gostei muito, mas é uma pena ser tão curto, tinham nas mãos um PUTA DRAMA a ser melhor trabalhado na questão do amor incondicional de mãe, se é que existe mesmo. Não pude deixar de pensar (e temer também) sobre Precisamos Falar Sobre o Kevin, e na confusão de sentimentos que deve ter uma mãe/pai nessa mesma posição. O amor de uma mãe para com o filho resiste a tudo?
Achei legalzinha.
Deu para passar o tempo! A fotografia realmente é muito boa, e está cheio mesmo de psicopatas nesse mundinho. Aquele lado bonzinho por fora,e por dentro; um vulcão de insanidade.
O ponto alto mesmo foi a atuação do Jack Rowan. No mais, a fotografia da série é perfeita.