Brava Gente Ana Néri

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Brava Gente Ana Néri (2002)
Brava Gente Ana Néri
Média do filme: 3.3 de 5 — baseado em 9 votos
MÉDIAFILMOW
3.3
9 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Duração 45 min None

Duração

45 minutos
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Sinopse

Aos 51 anos de idade, viúva e católica praticante, a baiana Ana Justina Ferreira Néri tomou uma decisão histórica que construiu uma das mais belas páginas do heroísmo em meio à carnificina da Guerra do Paraguai (1865 -1870). Proprietária de fazendas de fumo, cana-de-açúcar e algodão, viúva recatada do Capitão-de-Fragata Isidoro Antônio Néri, fulminado por uma meningite cérebro-espinhal, Ana Néri poderia ter terminado sua vida como qualquer católica praticante, devota de Nossa Senhora da Conceição da Praia, se não tivesse atendido ao chamado da história.Deixou prevalecer seu coração de mãe e decidiu acompanhar os filhos e os irmãos na maior luta armada da América Latina.Serviu de enfermeira voluntária, enfrentou a morte de perto para salvar muitas vidas, inclusive de inimigos da pátria, e se tornou um exemplo no mundo, como precursora da Cruz Vermelha no Brasil. Hoje, Ana Néri é cultuada como a Patrona dos Enfermeiros do Brasil.

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Marília Mendonça: Sentimento Louco | Trailer

Marília Mendonça: Sentimento Louco

Comentários 0
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Filme visto para a aula de História Da Enfermagem na graduação de Enfermagem. Aqui um resumo feito por mim, para ajudar os colegas de futura profissão que queiram uma inspiração ou uma cola(quem nunca? rsrsrs)

Durante a Guerra Do Paraguai, em 1865, surge uma mulher que viria a se tornar, como proclamada pelos militares do Brasil –mãe dos brasileiros-, além de um ícone na Enfermagem nacional.
Após três de seus filhos serem convocados à guerra, Ana Neri resolve se filiar à junta médica do exército brasileiro, como enfermeira. Mas ao se deparar com as regras de não cuidar de pacientes da “bolha”, ou seja, pacientes desenganados ou com doenças contagiosas e desconhecidas, a risco de expulsão se as desobedeces, Ana Neri se vê desgostosa ao imaginar as condições daqueles enfermos.
Em sua primeira noite, Ana logo descobre que crianças também estão à mercê da morte, somente por serem paraguaias, então ao avisar o médico e ser ignorada, Ana resolve fazer suas operações às escondidas.
Ana é descoberta, mas o Capitão resolve não lhe expulsar, mas atribui uma pena, lavar toda a roupa suja da enfermaria. Ana, como sempre sendo proativa, resolve fazer mais que isso, e esteriliza todo o leito, implementando uma melhor higiene, para proteger os pacientes de futuras infecções, o que foi uma excelente tática de prevenção e gerou bons resultados.
Ana percebe então que mais difícil que lidar com a saúde dos enfermos, é lidar com o machismo dos tenentes do exército que atrapalham seu trabalho. Após ouvir tristes histórias sobre o isolamento, a “bolha”, Neri resolve investigar e tentar entender o porquê daquelas pessoas estarem sendo tratadas de formas desumanas. Ao caminhar na surdina da noite até o galpão de isolamento, Ana descobre então que na realidade, a “bolha” é um campo de tortura. Após isso, ela resolve libertar os prisioneiros de guerra, incluindo um famoso tenente do exército paraguaio, seu lema de trabalho é “Eu vim para salvar vidas, não para escolhe-las”.
O exército descobre a traição à pátria e convoca um inquérito para descobrir o feitor de tal ato, considerado extremamente problemático. O capitão do exército chega junto ao grupo de investigação, mas logo se contagia com o carisma de Ana e a elogia pelos métodos de trabalho, chamando-a de heroína brasileira. Mas nem tudo são flores, a investigação descobre que Ana foi a feitora do ato de traição. Ao ser instigada à assumir, Ana também conta a todos das práticas de tortura. De surpresa, durante a realização do inquérito, houve um ataque pelas tropas inimigas, que acabou atingindo o coronel que viria a realizar o julgamento final. Assim, Ana ficou livre de suas acusações, mas até o final do ataque, nenhuma vida da qual ela poderia vir a salvar foi negligenciada.

Texto Dos Créditos Finais Do Filme:
Ana Justina Ferreira Neri, nasceu em 13 de dezembro de 1814, na Bahia e morreu aos 66 em 1880. O exército brasileiro a denominou “mãe dos brasileiros”, por seu carinho e dedicação ao trabalhar como enfermeira voluntária na Guerra Do Paraguai. Ana perdeu um filho e um sobrinho na guerra, vencida pelo Brasil em Março de 1879.

abial
Any
8 anos atrás

Ana Néri foi pioneira na enfermagem sendo interpretada maravilhosamente pela saudosa Marília Pêra.

Comentário contando partes do filme. Mostrar.

O conceito de assepsia em um ambiente hospitalar no Brasil, deve ter surgido provavelmente nesse período.

As escolas deveriam falar mais sobre mulheres como ela.

editado
jteramon
Jteramon
10 anos atrás

Faço enfermagem, e como um bom enfermeiro tem que saber a história de Ana Néri, a prof pediu para que fizéssemos um resumo deste filme, o que me obrigou a assisti-lo, muito que bem, os atores são bons, mas o roteiro... Enfim é mais para saber um pouco a história da Ana, saudades Marília.

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