Dirigido por
Duração
Gravado entre os anos de 2006 e 2008, com recursos próprios e sem o auxílio de leis de incentivo e renúncia fiscal, o documentário Brega S/A fala sobre a cena tecnobrega de Belém do Pará. Feito por artistas pobres, gravado em estúdios de fundo de quintal e com relações profundas com a pirataria e a informalidade, o tecnobrega é a trilha sonora da periferia da cidade, uma espécie de adaptação digital da música romântica dos anos 70 e 80.
No filme vemos qual a relação entre o tecnobrega e a popularização da tecnologia a partir do final da década de 90, bem como a maneira como esse estilo musical se associou à pirataria para criar uma rede de distribuição alternativa ao modelo proposto pelas grandes gravadoras.
Entre os principais personagens estão o MC de tecnobrega Marcos
Maderito, o "Garoto Alucinado", inventor do 'eletromelody' e que
afirma manter contato com os espíritos de Cazuza e Renato Russo; DJ Maluquinho, uma espécie de Iggy Pop brega da periferia de Belém que jamais lançou um disco por uma gravadora e fatura milhares de reais por mês; e os DJs Dinho, Ellysson e Juninho, ídolos das aparelhagens, enormes sistemas de som que realizam festas itinerantes pelos bairros mais pobres da cidade.
Sem anúncios
Aproveite o melhor do Filmow sem interrupções
Joias do cinema nacional: o brega/tecnobrega e este documentário. GÊNIOS E GÊNIAS!
Estou estudando sobre o Brega Paraense, o Brega Calypso que Joelma tem cantado desde o final dos da década de 90. No entanto, me indicaram esse documentário pra entender melhor sobre o brega, o que foi muito bom pois me fez perceber que quase tudo lá gira em torno do Brega, que possui muitos gêneros diferentes... Mas o mais importante desse documentário foi de conseguir localizar socialmente essa produção que é periférica e marginalizada.
sério, eu acho até uma infâmia chamar 'isso' de música, quando você chama um bom Pink Floyd pelo mesmo termo...
Aí, os músicos que passam ANOS E ANOS aprimorando suas técnicas em instrumentos, melodias, arranjos e composições fazem parte do mesmo rol desses 'dj's' que pegam batidas eletrônicas com letras toscas [no mínimo] e ficam fazendo sucesso por aí... pior que o público gosta de uma merda dessas. Não consigo entender COMO as pessoas podem ser tão POBRES de bom gosto pra apreciar isso... ¬¬
podem me chamar de intolerante, preconceituosa ou o caralho a quatro, mas eu ABOMINO esses gêneros musicais tão repulsivos... uma 'música' dessas soa como uma ofensa aos meus ouvidos...
um dos 'famosinhos' desse meio, quando fala
"você que não gosta de tecnobrega, que não gosta de eletro, eu acho que é melhor você pegar aquela música de atirei o pau no gato, colocar na vitrola e ficar escutando em casa, viu? porque quando a gente não tem nada pra fazer a gente arranja alguma coisa."
EU NÃO ACREDITO QUE ELE FALOU UMA MERDA DESSAS.
convencido não, brincadeira ¬¬ se acha demais porque tem que dê 'corda' pra esse merda. ¬¬
nesses bailes de tecnobrega o que você mais encontra é gente 'classe C' kkkkkkkkkkkkkk
É um gênero que eu não suporto,mas o documentário consegue ser interessante,é bom quando não apenas defende o que é mostrando,também mostra um lado negativo como quando gente que trabalha com esse tipo de música aparece no documentário falando que não acredita como alguém consegue gostar de certas músicas que ele mesmo ajuda a divulgar.
Uma coisa que me chamou atenção é como eles mesmo preparam tudo em casa,toda a criação é no faça você mesmo,da forma mais caseira possível.
Só tem uma coisa que não me sai da cabeça...
Caralho,como é fácil fazer uma música de tecnobrega o.O
Sobre cultura e pirataria.