Revisto e não é tão marcante quanto Holocausto, mas é acima da média de filmes do gênero e envelheceu bem, mantendo o gore e a violência, com cenas chocantes e com a morte desnecessária de animais, a castração e o seios espetados são bem feitos até para os padrões atuais, é um filme para um público a parte que é acostumado a ver essas produções dessa época ou para cinéfilos que procuram sair da mesmice do cinema atual.
Brincadeiras à parte, ele tenta copiar muita coisa do HC, inclusive as mortes reais de animais (a maioria gratuitas e sem conexão alguma com a trama), mas também traz umas coisas novas. Ele destrincha (ha) um pouco mais a questão da selvageria do povo "civilizado" em comparação aos nativos e, como não se propõe a imitar realismo, as mortes são mais tarantinescas. Divertidinho, mas ordinário.
De todo ciclo canibal italiano, esse é um dos piores do gênero!
O filme copia quase tudo do brilhante Holocausto Canibal do Deodato e falha miseravelmente em tudo que ele tenta ser. Umberto Lenzi não tinha a mesma eficiência na direção que seu rival Ruggero tinha, e acabou por entregar um filme fraco, cansativo, desinteressante, com uma subtrama ridícula e com pouquíssima relação com a história principal e um elenco de personagens lixosos que você torce pra morrer do pior jeito possível e um enredo sem sentido nenhum que precisou apelar pra matança desnecessária de animais pra chocar mais que o filme do seu concorrente.
Por mais que o filme entregue um gorezin bacaninha perto do final do filme, todo o resto é bastante exaustivo e desinteressante de acompanhar, se tornando aquele tipo de obra que você torce pra acabar logo, vale uma conferida pra nunca mais.
dá pra entender porque geral fica biruleibe da cabeça depois do doutorado
Um exemplar medíocre do subgênero. A estória demora para engrenar.
Revisto e não é tão marcante quanto Holocausto, mas é acima da média de filmes do gênero e envelheceu bem, mantendo o gore e a violência, com cenas chocantes e com a morte desnecessária de animais, a castração e o seios espetados são bem feitos até para os padrões atuais, é um filme para um público a parte que é acostumado a ver essas produções dessa época ou para cinéfilos que procuram sair da mesmice do cinema atual.
Holocausto Canibal da Shopee.
Brincadeiras à parte, ele tenta copiar muita coisa do HC, inclusive as mortes reais de animais (a maioria gratuitas e sem conexão alguma com a trama), mas também traz umas coisas novas. Ele destrincha (ha) um pouco mais a questão da selvageria do povo "civilizado" em comparação aos nativos e, como não se propõe a imitar realismo, as mortes são mais tarantinescas. Divertidinho, mas ordinário.
De todo ciclo canibal italiano, esse é um dos piores do gênero!
O filme copia quase tudo do brilhante Holocausto Canibal do Deodato e falha miseravelmente em tudo que ele tenta ser. Umberto Lenzi não tinha a mesma eficiência na direção que seu rival Ruggero tinha, e acabou por entregar um filme fraco, cansativo, desinteressante, com uma subtrama ridícula e com pouquíssima relação com a história principal e um elenco de personagens lixosos que você torce pra morrer do pior jeito possível e um enredo sem sentido nenhum que precisou apelar pra matança desnecessária de animais pra chocar mais que o filme do seu concorrente.
Por mais que o filme entregue um gorezin bacaninha perto do final do filme, todo o resto é bastante exaustivo e desinteressante de acompanhar, se tornando aquele tipo de obra que você torce pra acabar logo, vale uma conferida pra nunca mais.