Miklós Jancsó é um esteta imperdível, consegue extrair do enquadramento de cada cena a paisagem interna de seus personagens. Protagonista antonioniano que vaga por um mundo imenso de questionamentos acompanhado por imagens soberbas e alegóricas, esbanjando um apuro estético indizível. A natureza e a metrópole com suas árvores de pedra são indiferentes ao destino dos homens, mas o expectador não poderá se tornar cúmplice da indiferença intrínseca do mundo neste filme, ele embarcará rumo ao abismo de Ambrus. Viva Jancsó!
Miklós Jancsó é um esteta imperdível, consegue extrair do enquadramento de cada cena a paisagem interna de seus personagens. Protagonista antonioniano que vaga por um mundo imenso de questionamentos acompanhado por imagens soberbas e alegóricas, esbanjando um apuro estético indizível. A natureza e a metrópole com suas árvores de pedra são indiferentes ao destino dos homens, mas o expectador não poderá se tornar cúmplice da indiferença intrínseca do mundo neste filme, ele embarcará rumo ao abismo de Ambrus. Viva Jancsó!