Araci, uma mulher que viu sua filha ser assassinada por rancheiros, emigra para Mértola, com o seu marido e a sua neta, que vai crescer sem esquecer os rituais indígenas e os ensinamentos vindos do Brasil.
A diáspora de Araci é muito atual, uma mulher indígena, que casa com um português e tem a filha assassinada por invasores de terras na Amazônia. Ela foge com o marido e a neta para Portugal, com medo de sofrer o mesmo destino da filha. Lá, o marido acaba morrendo e ela encontra refúgio para si e sua neta mantendo as tradições e rituais do seu povo, o que gera alguns enfrentamentos com a comunidade local. O final desesperançoso mostra a realidade das nossas florestas. Achei o filme longo e arrastado, sem grande atuações, com dificuldades comuns das obras independentes do cinema brasileiro.
7.8 - Um filme de José Nascimento, talvez um pouco arrastado, mas que consegue ter um certo encanto e até agarrar o espectador. A história segue Araci, uma mulher indígena que casou com um português e que traz uma neta, de sua filha assassinada por rancheiros no Brasil, para Mértola, mas que não esquece, de todo, a cultura e os rituais da floresta amazônica. Interessante pela temática "verde", de preservação da Amazônia e suas gentes indígenas.
A diáspora de Araci é muito atual, uma mulher indígena, que casa com um português e tem a filha assassinada por invasores de terras na Amazônia. Ela foge com o marido e a neta para Portugal, com medo de sofrer o mesmo destino da filha. Lá, o marido acaba morrendo e ela encontra refúgio para si e sua neta mantendo as tradições e rituais do seu povo, o que gera alguns enfrentamentos com a comunidade local. O final desesperançoso mostra a realidade das nossas florestas.
Achei o filme longo e arrastado, sem grande atuações, com dificuldades comuns das obras independentes do cinema brasileiro.
7.8 - Um filme de José Nascimento, talvez um pouco arrastado, mas que consegue ter um certo encanto e até agarrar o espectador. A história segue Araci, uma mulher indígena que casou com um português e que traz uma neta, de sua filha assassinada por rancheiros no Brasil, para Mértola, mas que não esquece, de todo, a cultura e os rituais da floresta amazônica. Interessante pela temática "verde", de preservação da Amazônia e suas gentes indígenas.