Alice percebe que está prestes a perder a custódia de seus dois filhos. Em uma última tentativa desesperada ela os sequestra, e os leva em uma viagem ilegal às Ilhas Canárias.
Achei apenas mediano. Ane Dahl Torp é uma atriz bem atuante nos países nórdicos assisti uma serie e um filme nos quais era protagonista e as atuações eram mehores.
Interessante como o filme consegue manter uma atmosfera de tensão acerca não só da suposta parte abusiva (representada pelo pai) como também o faz do ponto de vista da própria mãe. E é legal notar que o filme não busca humanizar completamente a mãe, a questão da mudança, as motivações e o que ocasionou aquela separação da família ficam implícitas, mas percebe-se um sentimento de mágoa dos filhos para com a própria mãe. Situação essa que vai se esvaindo aos poucos conforme o amor materno passa a ser evidenciado, ao mesmo tempo que o medo e receio dos filhos para com o pai também começam a surgir. E esse amor se mostra puro, sem limites. Existe um ar de sofrimento na expressão da mãe, ao mesmo tempo em que ela demonstra estar disposta a tudo por seus filhos. É um filme que as vezes tropeça na repetição, fruto de um roteiro um tanto limitado, mas que acaba tomando forma devido a força de suas atuações.
“Charter” é um drama que expõe a dor e o sofrimento frente à possibilidade de perder quem mais amamos. Além disso, a questão da própria relação tóxica entre pai e mãe, que interfere no bem estar dos próprios filhos, é bem trabalhada. E para uma mãe, não existem barreiras no mundo que possam impedir que seus filhos estejam protegidos. E esse amor se prova valer sempre a pena, até quando parece estarmos a ponto de desistir de tudo.
Gosto de conferir os Filmes que os Países enviam para tentar uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Esse é o representante da Suécia. Se alguém se interessar, tem no Sonata Premiére pra baixar.
Um bom drama familiar, que nos faz questionar sobre quem tem razão ou não... e concluir que a questão é mais complexa do que ter "a razão" em si.... o filme tende a melancolia, mas tem uma paleta de cores (visual) tão linda que fica até mais leve de assistir.
Achei apenas mediano. Ane Dahl Torp é uma atriz bem atuante nos países nórdicos assisti uma serie e um filme nos quais era protagonista e as atuações eram mehores.
Interessante como o filme consegue manter uma atmosfera de tensão acerca não só da suposta parte abusiva (representada pelo pai) como também o faz do ponto de vista da própria mãe. E é legal notar que o filme não busca humanizar completamente a mãe, a questão da mudança, as motivações e o que ocasionou aquela separação da família ficam implícitas, mas percebe-se um sentimento de mágoa dos filhos para com a própria mãe. Situação essa que vai se esvaindo aos poucos conforme o amor materno passa a ser evidenciado, ao mesmo tempo que o medo e receio dos filhos para com o pai também começam a surgir. E esse amor se mostra puro, sem limites. Existe um ar de sofrimento na expressão da mãe, ao mesmo tempo em que ela demonstra estar disposta a tudo por seus filhos. É um filme que as vezes tropeça na repetição, fruto de um roteiro um tanto limitado, mas que acaba tomando forma devido a força de suas atuações.
“Charter” é um drama que expõe a dor e o sofrimento frente à possibilidade de perder quem mais amamos. Além disso, a questão da própria relação tóxica entre pai e mãe, que interfere no bem estar dos próprios filhos, é bem trabalhada. E para uma mãe, não existem barreiras no mundo que possam impedir que seus filhos estejam protegidos. E esse amor se prova valer sempre a pena, até quando parece estarmos a ponto de desistir de tudo.
Gosto de conferir os Filmes que os Países enviam para tentar uma vaga ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Esse é o representante da Suécia. Se alguém se interessar, tem no Sonata Premiére pra baixar.
Um bom drama familiar, que nos faz questionar sobre quem tem razão ou não... e concluir que a questão é mais complexa do que ter "a razão" em si.... o filme tende a melancolia, mas tem uma paleta de cores (visual) tão linda que fica até mais leve de assistir.