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Data de lançamento
3 Abril 2002Duração
No futuro, foram criados os "Persocoms", humanoides inteligentes que se parecem com seres humanos. Hideki Motosuwa deseja comprar um, mas não tem dinheiro para isso. Um dia, ele encontra uma Persocom, que aparentemente foi jogada fora, e decide ficar com ela. Ao ligar a Persocom, tudo o que ela diz é "Chi" então ele decide que esse será o seu nome. Após um tempo, Hideki começa a perceber que Chi não é um Persocom qualquer. Ela aparenta ser um ''Chobit'', um tipo avançado de Persocom que tem pensamento próprio, ou seja, consciência.
Estúdio: Madhouse • Episódios: 26 • Duração: 24 min.
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Eu comecei não gostando do anime por conta da temática e do jeito que os persocons são apresentados, como seres objetificados, uma tecnologia que não conversa muito bem com a Internet da época.
Hideki irrita um pouco, mas é um garoto deslumbrado com a cidade, descobrindo a sexualidade.
Porém, eu acabei vendo outras interpretações interessantes sobre o roteiro. Escrito por mulheres, ele expõe essa sexualidade de forma crítica. Até mesmo o botão de ligar da Chii, numa parte intima, mostra que o homem cria com segundas intenções.
Agora, a teoria de que o Hideki também é um Chobit sem consciência de onde está é algo que me fez pensar. E aumentar a nota.
De fato pouco vemos da vida do garoto, a foto do criador da Chii não aparece, mas dá a entender que se parece com Hideki.
E, desde o início notei que todos os humanos e persocons que rodeiam Hideki tem os mesmos olhos inexpressivos.
Minha conclusão é de que, talvez, na intenção de evitar que Chii tivesse o mesmo fim da irmã, a criadora tenha construído um Chobit com a imagem e semelhança do cientista para que os dois pudessem crescer e aprender juntos.
Faz sentido e é CLAMP. Merece uma chance.
Demorei anos pra assistir esse anime, é bem bobinho e com bastante fanservice ecchi pra otaku bater uma. O enredo me deus medo, porque jaja essa pode ser nossa realidade, humanos se apaixonando por maquinas. Ja tem um monte de gente maluca se apaixonando por chat gpt. Acho que o mangá deve ter um enredo mais fechadinho, porque no anime deixa um pouco a desejar ninguém progride como personagem, e o Hideki é um porre.
Na minha adolescência, eu queria muito assistir, mas nunca terminei e agora, eu sinto como se devesse ter assistido naquela época mesmo.
Hideki é insuportável, a história é um filler sem fim (desenvolvimento de personagem?), o mundo é um ovo onde todo mundo se conhece ou já se relacionou de alguma forma.
Bem fofinho ^^
Uma boa obra (cujo primeiro contato eu tive com o mangá, lá em 2006), mas uma coisa que me incomoda muito é o lado ecchi da coisa toda. Não fosse por isso, seria bem melhor.