Chunky Shrapnel

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Chunky Shrapnel (2020)
Chunky Shrapnel
Média do filme: 4.4 de 5 — baseado em 6 votos
MÉDIAFILMOW
4.4
6 Avaliações
Minha avaliação:
Salvando
Dirigido por John Angus Stewart
Data de lançamento 17 Abril 2020 Outras datas
País de origem Austrália 🇦🇺
Duração 97 min (1h37)
Classificação indicativa de Chunky Shrapnel: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
Status Em Breve

Dirigido por

Data de lançamento

17 Abril 2020

Duração

97 minutos Classificação indicativa de Chunky Shrapnel: 10 - Não recomendado para menores de 10 anos
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Sinopse

CHUNKY SHRAPNEL é um documentário de música ao vivo da banda australiana King Gizzard & the Lizard Wizard. Trazendo literalmente o público para os palcos de sua turnê de 2019 na Europa e no Reino Unido, CHUNKY oferece uma experiência imersiva única nunca antes capturada em filme.

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Um Choque de Amor | Trailer Legendado

Um Choque de Amor

Comentários 0
amigos querem ver
davidgrimes
David Grimes
½
5 anos atrás

Não haveria momento mais oportuno para a realização desse documentário: 10 anos de banda; 15 discos - o que gera um ótimo catálogo para a banda (e por consequência geraria para o filme) - na bagagem; seguido do lançamento de um dos melhores discos da banda, "Infest the Rats' Nest", que por si só injeta muita potência e vigor nos shows, com canções energéticas e bem executadas. Só não poderíamos contar com um John Angus Stewart pouco inspirado e muito menos inventivo, é sem dúvida isso é o mais pesa nesse que tinha a chance de ser um registro muito mais empolgante e criativo.
A banda é incrível. Sem dúvida, junto com o Osees, são os mais prolíferos artistas do Rock nos últimos anos, e de qualidade musical inquestionável. As apresentações são cheias de pulso, uma interatividade interessante com o público em certos momentos, além das execuções muito bem orquestradas em palco. Eles funcionam bem como banda, como um grupo de jovens se divertindo e fazendo tudo isso com muito entusiasmo - mesmo que seja para encher a cara e curtir depois das loucuras diante de centenas de pessoas.

O problema vem quando analisamos a atuação do documentarista em meio essas ótimas apresentações. São confusas, atrapalhadas em palco. Em mais de um momento é possível notar a falta de direcionamento em peças bem específicas das músicas selecionadas, o que poderiam ressaltar essas apresentações. Uma linha narrativa muito, mas muito tênue sustenta essa viagem por (talvez) tantas cidades que eles passaram por esse período de gravações - o que só fica claro nos créditos, e evidencia a falta de manuseio do material para criar tanto uma montagem, quanto edição mais engenhosa e cativante.

Em muitos momentos o que nos gruda na tela são os shows de luzes, e claro, os 7 integrantes participando das músicas em palco, mas o excessivo protagonismo de Stu Mackenzie chega a quebrar com a ideia de que sim, o som de todos 7 fazem a diferença nessa banda. O mais triste em toda a primeira hora é o ocultamento, talvez nem proposital, mas perceptível, de Ambrose. Essa ausência é sanada com uma ótima apresentação de "Let Me Mend the Past", e é ele sendo o centro das atenções nesse trecho que nos leva à um dos momentos mais legais até então em todo o documentário: uma justa participação dele diretamente com os fãs - algo que também acontece em "The Bitter Boogie", onde Stewart felizmente abre seu plano e nos demonstra a certa "grandiosidade" do show dos Gizz.

Muitos planos atrapalhados, que atrapalham até mesmo os músicos em alguns momentos. Uma falta de apuramento até mesmo no conhecimento dos trechos das canções, o que ajudaria muito no enquadramento das figuras centrais desses momentos; um foco no solo dos instrumentos que não a guitarra, um plano mais amplo quando todos são mais colaborativos na execução da canção, uma transição entre ação e real mais apurada, e até mesmo um distanciamento maior dos músicos para ter um registro mais natural (é muito bom ver a sua intimidade com os rapazes e a liberdade com que transita entre captura suas imagens, mas pode ter sido o exagero e a falta de direcionamento no papel que fizeram com que Stewart tivesse se perdido tanto em palco).

Como era de se esperar, a melhor parte fica para o final, e é todo o "terceiro ato" (se é que dá pra ser chamado assim, já que não qualquer indicativo de transição dramática em todo os 90 minutos, apenas quebras com temas composto por Mackenzie em um provável sintetizador) que nos deixa com vontade de participar dessa insanidade - que toma proporções equilibradas com a musicalidade do grupo em estúdio. Um dos poucos momentos em que a constante permanência do cinegrafista em palco se justifica por completo, já que a interatividade com outros músicos, incluindo membros da banda Orb, é muito mais ativa e deixa nosso "elenco principal" se sentir mais à vontade.

No fim das contas, é um oscilante bem desagradável, visto que esse produto audiovisual não acompanha a inventividade da banda, mas é bem legal de atestar isso, visto o caos social que viria poucos meses depois em todo o mundo, tornando todo esse registro impossível. Privilegiados foram todos os envolvidos por terem presenciado algo visto em nossos tempos atuais como único. O ponto mais positivo disso tudo, é o lançamento do disco com o mesmo nome, mas é uma pena não ter o acompanhamento cinematográfico à altura.

editado
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Elenco de Chunky Shrapnel

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Ambrose Kenny-Smith 0 1

Ambrose Kenny-Smith

Cook Craig 0 0

Cook Craig

Eric Moore 0 0

Eric Moore

Joey Walker 0 1

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Lucas Skinner 0 0

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Michael Cavanagh 0 0

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