É muito boa e ajuda a suprir a falta dos "Normais" e do "Super Sincero". Os temas são muito bons e todos muito úteis e reais. Eu faria um comentário sobre a Débora Lamm e sua personagem:
acho admirável que ela aceite trabalhar com o Bruno. Digo isso porque ele é muito acima da média, então qualquer um fica ofuscado e na comparação sempre vai parecer que não é tão bom.
O fato do Mazzeo não ser o único roteirista, e da série não ser totalmente centralizada no personagem dele e terem tantos outros atores competentes são pontos que tornam essa série suportável de assistir. Mas chega a ser bizarro o quanto esse protagonista dele é insuportável, irritante ao extremo, só deve causar identificação com os héteros 30+ sem criatividade que se sentem reféns de "obrigações" de casamento, tudo que ele causa é desarmonia no produto enquanto *série de 2024*, é anacrônico e ridículo coisas como imitações de Alexandre Frota e pessoas com 40+ reclamando sem parar de convenções que abraçaram nas escolhas da vida, incluindo amizades e parentes que resolveram manter contato. Ainda bem que o protagonismo é praticamente dividido com a Debora Lamm, que é maravilhosa.
Hilária! (Rsrs)
O seriado Cilada, é uma boa questão.
É muito boa e ajuda a suprir a falta dos "Normais" e do "Super Sincero".
Os temas são muito bons e todos muito úteis e reais.
Eu faria um comentário sobre a Débora Lamm e sua personagem:
acho admirável que ela aceite trabalhar com o Bruno. Digo isso porque ele é muito acima da média, então qualquer um fica ofuscado e na comparação sempre vai parecer que não é tão bom.
Super indico e espero logo as demais temporadas.
O fato do Mazzeo não ser o único roteirista, e da série não ser totalmente centralizada no personagem dele e terem tantos outros atores competentes são pontos que tornam essa série suportável de assistir. Mas chega a ser bizarro o quanto esse protagonista dele é insuportável, irritante ao extremo, só deve causar identificação com os héteros 30+ sem criatividade que se sentem reféns de "obrigações" de casamento, tudo que ele causa é desarmonia no produto enquanto *série de 2024*, é anacrônico e ridículo coisas como imitações de Alexandre Frota e pessoas com 40+ reclamando sem parar de convenções que abraçaram nas escolhas da vida, incluindo amizades e parentes que resolveram manter contato. Ainda bem que o protagonismo é praticamente dividido com a Debora Lamm, que é maravilhosa.
Bruno é demais. Filho do homem, também...
Muito bem roteirizada e na mesma pegada das outras temporadas.