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Cimarron - Brasil
Sinopse
Estados Unidos, 1889. Yancey Cravat é um advogado, jornalista e desbravador que resolve deixar sua cidade para se aventurar pelo Oeste. Ele se muda com sua esposa Sabra Cravat para os Territórios de Oklahoma, onde pretende começar uma nova vida.
Faroeste épico e drama romântico em Metrocolor e CinemaScope da MGM indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte em cores e melhor som. O filme foi baseado no romance homônimo de 1930 de Edna Ferber (1885-1968). O diretor Anthony Mann (1906-1967) foi demitido perto do final das filmagens e substituído por Charles Walters (1911-1982), que não foi creditado.
Este foi um remake de Cimarron (31), que foi o 1° faroeste a ganhar o Oscar de melhor filme. Surpreendentemente, nenhum outro faroeste havia ganhado o Oscar de melhor filme na época em que este filme foi lançado, e passariam quase 60 anos até que outro faroeste ganhasse, Dança com Lobos (90). Uma multidão de 1.000 figurantes, 700 cavalos e 500 carroças e charretes foram usadas para a cena da corrida terrestre. Último filme de John Cason (1918-1961), que morreu em um acidente de carro em julho de 1961.
Prólogo dos créditos de abertura: Ao meio-dia de 22 de abril de 1889, uma seção dos últimos territórios não colonizados na América seria dada gratuitamente às primeiras pessoas que a reivindicassem. Eles vieram do norte e vieram do sul e vieram do outro lado do mar. Em apenas um dia, um território inteiro seria colonizado. Um novo estado nasceria. Eles o chamaram de Oklahoma.
Um vigoroso e subestimado western com elenco de verdadeiro luxo e a sabedoria visual de Mann criam sequências de beleza inesquecível. Destaques para o sempre eficiente Genn Ford (1916-2006) e a bela austríaca Maria Schell (1926-2005), além da sempre linda Anne Baxter (1923-1985). Neste, como na maioria dos filmes do gênero, não poderiam faltar as tradicionais canções "When Johnny comes marching home", de Louis Lambert, e a divertida "Polly-Wolly-Doodle", escrita por Daniel Decatur Emmett.
"Cimarron - Jornada da Vida", de 1960, é um bom western, estrelado por Glenn Ford e dirigido por Anthony Mann. O roteiro é baseado no romance homônimo de Edna Ferber. O remake deste clássico trouxe muitas mudanças, tanto em relação ao livro quanto da primeira filmagem (de 1931). Com o "Movimento dos Direitos Civis" ganhando corpo na década de 1960, o roteiro de Arnold Schulman introduziu na história o tema da luta pelo reconhecimento dos direitos dos nativos americanos. Pela boa nostalgia, vale 04 estrelas.
Refilmagem de uma produção da década de 30 que levou o Oscar de melhor filme. A história é quase a mesma, mas o filme é notadamente inferior ao original com trabalhos pouco competentes de direção e roteiro além de trazer um elenco que na sua maior parte foi mal escalado. Só vale como curiosidade para quem já viu a produção original.
Me surpreendi com a qualidade desse filme... Muito bom, personagens memoráveis, uma história muito bem desenvolvida, tudo muito bem produzido, realmente muito bom!
Faroeste épico e drama romântico em Metrocolor e CinemaScope da MGM indicado a 2 categorias no Oscar: melhor direção de arte em cores e melhor som. O filme foi baseado no romance homônimo de 1930 de Edna Ferber (1885-1968). O diretor Anthony Mann (1906-1967) foi demitido perto do final das filmagens e substituído por Charles Walters (1911-1982), que não foi creditado.
Este foi um remake de Cimarron (31), que foi o 1° faroeste a ganhar o Oscar de melhor filme. Surpreendentemente, nenhum outro faroeste havia ganhado o Oscar de melhor filme na época em que este filme foi lançado, e passariam quase 60 anos até que outro faroeste ganhasse, Dança com Lobos (90). Uma multidão de 1.000 figurantes, 700 cavalos e 500 carroças e charretes foram usadas para a cena da corrida terrestre. Último filme de John Cason (1918-1961), que morreu em um acidente de carro em julho de 1961.
Prólogo dos créditos de abertura: Ao meio-dia de 22 de abril de 1889, uma seção dos últimos territórios não colonizados na América seria dada gratuitamente às primeiras pessoas que a reivindicassem. Eles vieram do norte e vieram do sul e vieram do outro lado do mar. Em apenas um dia, um território inteiro seria colonizado. Um novo estado nasceria. Eles o chamaram de Oklahoma.
Um vigoroso e subestimado western com elenco de verdadeiro luxo e a sabedoria visual de Mann criam sequências de beleza inesquecível. Destaques para o sempre eficiente Genn Ford (1916-2006) e a bela austríaca Maria Schell (1926-2005), além da sempre linda Anne Baxter (1923-1985). Neste, como na maioria dos filmes do gênero, não poderiam faltar as tradicionais canções "When Johnny comes marching home", de Louis Lambert, e a divertida "Polly-Wolly-Doodle", escrita por Daniel Decatur Emmett.
"Cimarron - Jornada da Vida", de 1960, é um bom western, estrelado por Glenn Ford e dirigido por Anthony Mann. O roteiro é baseado no romance homônimo de Edna Ferber. O remake deste clássico trouxe muitas mudanças, tanto em relação ao livro quanto da primeira filmagem (de 1931). Com o "Movimento dos Direitos Civis" ganhando corpo na década de 1960, o roteiro de Arnold Schulman introduziu na história o tema da luta pelo reconhecimento dos direitos dos nativos americanos. Pela boa nostalgia, vale 04 estrelas.
Cadê a galera pra conhecer esse filme? é incrivelmente filmado. O momento que eles correm pra alcançar as terras é de ficar de boca aberta.
Refilmagem de uma produção da década de 30 que levou o Oscar de melhor filme. A história é quase a mesma, mas o filme é notadamente inferior ao original com trabalhos pouco competentes de direção e roteiro além de trazer um elenco que na sua maior parte foi mal escalado. Só vale como curiosidade para quem já viu a produção original.
Me surpreendi com a qualidade desse filme... Muito bom, personagens memoráveis, uma história muito bem desenvolvida, tudo muito bem produzido, realmente muito bom!