Claudine (Diahann Carroll) é uma mulher pobre e trabalhadora que luta para cuidar de seus seis filhos. Enquanto ela se desdobra nesta tarefa, Claudine começa um romance com Roop (Earl Jones). Indicada ao Oscar'75 de Melhor Atriz.
Carroll merecidamente indicada ao Oscar por esse feito.Uma das grandes apresentações da década.O filme traz uma leveza e carisma ao longo mesmo sendo tão brutal em seu contexto.
Esse filme é um raro exemplo de produção que abordar o cotidiano de uma família afro-americana durante dos anos 70. Claudine é mãe solteira de 6 filhos que enfrenta todas as dificuldades para sustentar a família e ainda encontra tempo para se envolver amorosamente com um pretendente solteirão. Se eram incomuns produções com o protagonismo de mulheres negras durante o século passado, Claudine além de trazer uma ótima interpretação da bela e talentosa Diahann Carroll, dá visibilidade a força e história de pessoas ignoradas pela sociedade americana.
Comédia dramática indicada ao Oscar de melhor atriz, Diahann Carroll (1935-2019); no Globo de Ouro, teve mais 3 nomeações: melhor ator de comédia ou musical, james Earl Jones, melhor atriz de comédia ou musical, Diahann Carroll, e melhor canção original. Diana Sands foi originalmente escolhida como protagonista, mas morreu de câncer pouco antes do início das filmagens. Antes de sua morte, Diana Sands insistiu para que sua muito boa amiga Diahann Carroll fosse escolhida em seu lugar. Por ironia do destino, Diahann faleceu esta semana da mesma doença da amiga.
Claudine é uma mãe solteira que vive no Harlem, bairro negro de Nova Iorque. Para sustentar seus seis filhos que vivem de aluguel, ela é forçada a trabalhar como empregada doméstica, uma situação que oculta os serviços de assistência social para se beneficiar de sua ajuda. Mas as coisas ficam complicadas quando ela se apaixona por Hoop, que trabalha como lixeiro e, após um esforço extenuante, consegue conquistar o carinho de seus filhos suspeitos.
Um drama romântico com humor incomum que questiona a possibilidade de felicidade doméstica no interior da cidade. Uma mudança bem-vinda dos filmes de super-homem negro da época - e um filme que mereceu muito mais reconhecimento do que recebeu, com atuações equilibradas do casal central, Carroll e Jones. Trilha sonora sofisticada com performance de Gladys Knight & The Pips, que é um dos pontos altos do filme.
O bem-estar era tão estigmatizado para as mulheres negras nos anos 70 quanto é hoje, talvez até mais. Ainda assim, isso não impediu que os escritores Lester e Tina Pine e o diretor John Berry quebrassem o molde de blaxploitation popular na época para fazer um filme sobre uma pobre mulher negra apaixonada. Claudine (Diahann Carroll) é uma mãe de seis anos que é forçada a esconder seu novo amante para manter seus benefícios sociais intactos. As coisas ficam complicadas quando seus filhos não gostam de seu novo amor, sua filha mais velha fica grávida e ela se depara com uma proposta de casamento. Anunciada como uma comédia, Claudine ainda assume algumas coisas bem sérias.
Carroll merecidamente indicada ao Oscar por esse feito.Uma das grandes apresentações da década.O filme traz uma leveza e carisma ao longo mesmo sendo tão brutal em seu contexto.
Boa Comédia Dramática que não apela muito pro sentimentalismo.James Earl Jones esbanjando carisma e uma performance correta de Diahann.
Esse filme é um raro exemplo de produção que abordar o cotidiano de uma família afro-americana durante dos anos 70. Claudine é mãe solteira de 6 filhos que enfrenta todas as dificuldades para sustentar a família e ainda encontra tempo para se envolver amorosamente com um pretendente solteirão. Se eram incomuns produções com o protagonismo de mulheres negras durante o século passado, Claudine além de trazer uma ótima interpretação da bela e talentosa Diahann Carroll, dá visibilidade a força e história de pessoas ignoradas pela sociedade americana.
Comédia dramática indicada ao Oscar de melhor atriz, Diahann Carroll (1935-2019); no Globo de Ouro, teve mais 3 nomeações: melhor ator de comédia ou musical, james Earl Jones, melhor atriz de comédia ou musical, Diahann Carroll, e melhor canção original. Diana Sands foi originalmente escolhida como protagonista, mas morreu de câncer pouco antes do início das filmagens. Antes de sua morte, Diana Sands insistiu para que sua muito boa amiga Diahann Carroll fosse escolhida em seu lugar. Por ironia do destino, Diahann faleceu esta semana da mesma doença da amiga.
Claudine é uma mãe solteira que vive no Harlem, bairro negro de Nova Iorque. Para sustentar seus seis filhos que vivem de aluguel, ela é forçada a trabalhar como empregada doméstica, uma situação que oculta os serviços de assistência social para se beneficiar de sua ajuda. Mas as coisas ficam complicadas quando ela se apaixona por Hoop, que trabalha como lixeiro e, após um esforço extenuante, consegue conquistar o carinho de seus filhos suspeitos.
Um drama romântico com humor incomum que questiona a possibilidade de felicidade doméstica no interior da cidade. Uma mudança bem-vinda dos filmes de super-homem negro da época - e um filme que mereceu muito mais reconhecimento do que recebeu, com atuações equilibradas do casal central, Carroll e Jones. Trilha sonora sofisticada com performance de Gladys Knight & The Pips, que é um dos pontos altos do filme.
O bem-estar era tão estigmatizado para as mulheres negras nos anos 70 quanto é hoje, talvez até mais. Ainda assim, isso não impediu que os escritores Lester e Tina Pine e o diretor John Berry quebrassem o molde de blaxploitation popular na época para fazer um filme sobre uma pobre mulher negra apaixonada. Claudine (Diahann Carroll) é uma mãe de seis anos que é forçada a esconder seu novo amante para manter seus benefícios sociais intactos. As coisas ficam complicadas quando seus filhos não gostam de seu novo amor, sua filha mais velha fica grávida e ela se depara com uma proposta de casamento. Anunciada como uma comédia, Claudine ainda assume algumas coisas bem sérias.