Colin está em agonia, abalado pela infidelidade de sua esposa. No entanto, Colin e seus amigos sequestram o amante da mulher e mantem ele preso para que Colin possa restaurar seu ego com vingança
Parece Deus da Carnificina, só que não é tão profundo. Ou Cães de Alugel, só que não é tão bem escrito. Gostei. Simples, meia dúzia de atores, umas três ou quatro locações, uma trilha sonora simples, mas bem encaixada, boas atuações e só. O necessário e suficiente para um bom filme. A nota aqui tá de sacanagem, vale umas 3 e 1/2.
Código de Sangue ou “44 Inch Ches” é um trabalho britânico de 2009 dirigido por Malcolm Venville que, posteriormente em 2010 realizaria A Ocasião Faz o Ladrão ou “Henry’s Crime”, com Keanu Reeves. Trata-se de um drama que poderia tranquilamente ser apresentado como uma peça teatral, dadas às circunstâncias do lugar em que se passa grande parte dessa história, a condução da trama, contando, ainda, com um roteiro firme e diálogos muito bem harmonizados por todos os protagonistas. Tanto entre os homens quanto entre as mulheres existe um compromisso de fidelidade e, em qualquer situação há entre eles um pacto inquebrantável atrelado a um auxílio mútuo. Isso já foi objeto de milhares de estudos comportamentais, mas agora nem vem ao caso a gente levantar essa polêmica ou questão, afinal fugiria muito da essência do assunto que é a história em sí desse filme, porém, que ele existe, existe SIM. A classe é unida. É um filme tão enigmático, no começo, que a gente pensa tem a nítida impressão que é se trata de algum acerto de contas da Máfia. Em seguida, acha que está vendo uma reedição de Cães de Aluguel de Taratino, mas não é nada disso. Vamos lá:
Ray Winstone é Colin Diamond, bem sucedido vendedor de automóveis que surta ao saber por sua própria esposa, Joanne Whalley (Liz Diamond) que ela está tendo um caso com um garçom e está arrumando as malas para ir embora. O cara entra completamente em parafuso, bate nela e cai desacordado. Seus melhores amigos e parceiros que o ajudam são o jogador Meredith (Ian McShane), um velho decrépito asqueroso e chato Amendoim (John Hurt), Archie (Tom Wilkinson) e Mal (Stephen Dillane). Todos se reúnem, capturam o amante da mulher infiel, surram-no, levam-no para um local no subúrbio escuro e úmido de Londres, guardam-no dentro de um armário, espancam-no, humilham o sujeito, cospem nele, xingam-no de tudo que é nome e o entregam amarrado de bandeja para que Ray termine o serviço e vingue sua honra pelo que ele passou. O final é surpreendente.
Não é um filme de ação. Ele é um bocado chato, mas com um interessante ensaio sobre essa peculiar situação.
Acabei de ver a este filme pelo Netflix, não havia ouvido falar dele e confesso que fui assistir sem expectativas, mas é um filme muito bom, lembra muito a uma peça de teatro, e o que eleva este filme a um patamar maior ainda é o grande elenco e seus diálogos afiados, fiquei imaginando o Tarantino dirigindo estes caras, parecem amigos de longa data mesmo. Eu achei o final um pouco fraco, mas o filme realmente começa muito bem e vai se enfraquecendo ao longo de sua projeção, ou no meu caso, duração. Mais ainda assim, uma grande pedida para quem gosta de diálogos afiados em meio a uma reflexão sobre um problema acerca da condição humana: A Traição, ou melhor, o fim do amor e casamento.
O filme divide-se em dois momentos distintos, um inicio muito promissor com diálogos afiados e abrilhantados por atores ingleses do mais alto escalão. E pela pisada na bola do diretor do meio pro final, onde ele infelizmente perde o fio da meada.
grande elenco e grande decepção,Joanne ex-Kilmer continua linda.
Parece Deus da Carnificina, só que não é tão profundo. Ou Cães de Alugel, só que não é tão bem escrito. Gostei. Simples, meia dúzia de atores, umas três ou quatro locações, uma trilha sonora simples, mas bem encaixada, boas atuações e só. O necessário e suficiente para um bom filme. A nota aqui tá de sacanagem, vale umas 3 e 1/2.
Código de Sangue ou “44 Inch Ches” é um trabalho britânico de 2009 dirigido por Malcolm Venville que, posteriormente em 2010 realizaria A Ocasião Faz o Ladrão ou “Henry’s Crime”, com Keanu Reeves. Trata-se de um drama que poderia tranquilamente ser apresentado como uma peça teatral, dadas às circunstâncias do lugar em que se passa grande parte dessa história, a condução da trama, contando, ainda, com um roteiro firme e diálogos muito bem harmonizados por todos os protagonistas. Tanto entre os homens quanto entre as mulheres existe um compromisso de fidelidade e, em qualquer situação há entre eles um pacto inquebrantável atrelado a um auxílio mútuo. Isso já foi objeto de milhares de estudos comportamentais, mas agora nem vem ao caso a gente levantar essa polêmica ou questão, afinal fugiria muito da essência do assunto que é a história em sí desse filme, porém, que ele existe, existe SIM. A classe é unida. É um filme tão enigmático, no começo, que a gente pensa tem a nítida impressão que é se trata de algum acerto de contas da Máfia. Em seguida, acha que está vendo uma reedição de Cães de Aluguel de Taratino, mas não é nada disso. Vamos lá:
Ray Winstone é Colin Diamond, bem sucedido vendedor de automóveis que surta ao saber por sua própria esposa, Joanne Whalley (Liz Diamond) que ela está tendo um caso com um garçom e está arrumando as malas para ir embora. O cara entra completamente em parafuso, bate nela e cai desacordado. Seus melhores amigos e parceiros que o ajudam são o jogador Meredith (Ian McShane), um velho decrépito asqueroso e chato Amendoim (John Hurt), Archie (Tom Wilkinson) e Mal (Stephen Dillane). Todos se reúnem, capturam o amante da mulher infiel, surram-no, levam-no para um local no subúrbio escuro e úmido de Londres, guardam-no dentro de um armário, espancam-no, humilham o sujeito, cospem nele, xingam-no de tudo que é nome e o entregam amarrado de bandeja para que Ray termine o serviço e vingue sua honra pelo que ele passou. O final é surpreendente.
Acabei de ver a este filme pelo Netflix, não havia ouvido falar dele e confesso que fui assistir sem expectativas, mas é um filme muito bom, lembra muito a uma peça de teatro, e o que eleva este filme a um patamar maior ainda é o grande elenco e seus diálogos afiados, fiquei imaginando o Tarantino dirigindo estes caras, parecem amigos de longa data mesmo. Eu achei o final um pouco fraco, mas o filme realmente começa muito bem e vai se enfraquecendo ao longo de sua projeção, ou no meu caso, duração. Mais ainda assim, uma grande pedida para quem gosta de diálogos afiados em meio a uma reflexão sobre um problema acerca da condição humana: A Traição, ou melhor, o fim do amor e casamento.
O filme divide-se em dois momentos distintos, um inicio muito promissor com diálogos afiados e abrilhantados por atores ingleses do mais alto escalão. E pela pisada na bola do diretor do meio pro final, onde ele infelizmente perde o fio da meada.