- vou ficar no meio termo aqui, porque entendo completamente quem adorou e quem odiou esse filme - embora acredite que a maioria de quem gostou deve ter lido alguma coisa antes ou depois de assistir para entender a proposta do que foi feito e quem odiou tem boas chances de ter chegado sem aviso, só viu e falou mal ou deu nota baixa. mas também não vou menosprezar, pode ter lido sobre e detestado mesmo assim - eu gostei, mas é cansativo, hoje em dia é bem mais dificil para nosso cerebro assistir algo assim do que seria na década de 60 - a movimentação da câmera, por mais demorada que seja, é animal
PQP, Steven Jay Schneider. Com literalmente mais de mil vagas, ficaram de fora gemas da sétima arte de inegável influência artística de longuíssimo prazo, como O GRANDE DITADOR do Chaplin e LE CORBEAU do Clouzot. Sem falar em cineastas geniais que justamente precisam de mais divulgação para ganhar o reconhecimento que merecem, como o japonês Masaki Kobayashi (que dos nipônicos só perde para o Kurosawa - e por um triz) e o catalão Bigas Luna (um Almodóvar hardcore), ambos que eu saiba sem um único representante das respectivas filmografias em quaisquer edições dos 1001 filmes.
Mas na fase dos anos sessenta ele resolveu pesar a mão na seleção de porcariada experimental pedante e auto-indulgente (não só WAVELENGTH, mas outros contemporâneos a ele como DOG STAR MAN e BLONDE COBRA). Resultado: um HARAKIRI não está na lista... mas esse plano único de intermináveis três quartos de hora numa janela está. Só rindo mesmo.
- vou ficar no meio termo aqui, porque entendo completamente quem adorou e quem odiou esse filme
- embora acredite que a maioria de quem gostou deve ter lido alguma coisa antes ou depois de assistir para entender a proposta do que foi feito e quem odiou tem boas chances de ter chegado sem aviso, só viu e falou mal ou deu nota baixa. mas também não vou menosprezar, pode ter lido sobre e detestado mesmo assim
- eu gostei, mas é cansativo, hoje em dia é bem mais dificil para nosso cerebro assistir algo assim do que seria na década de 60
- a movimentação da câmera, por mais demorada que seja, é animal
Praticamente uma viagem de drogas.
você gosta deste tipo de filme/gênero cinematográfico? entre em contato comigo!
Não sei o que esse filme está fazendo aqui se posso dizer que é um filme, não aprendi nada com esse filme....
Quarenta e cinco minutos de p*rr@ nenhuma.
PQP, Steven Jay Schneider. Com literalmente mais de mil vagas, ficaram de fora gemas da sétima arte de inegável influência artística de longuíssimo prazo, como O GRANDE DITADOR do Chaplin e LE CORBEAU do Clouzot. Sem falar em cineastas geniais que justamente precisam de mais divulgação para ganhar o reconhecimento que merecem, como o japonês Masaki Kobayashi (que dos nipônicos só perde para o Kurosawa - e por um triz) e o catalão Bigas Luna (um Almodóvar hardcore), ambos que eu saiba sem um único representante das respectivas filmografias em quaisquer edições dos 1001 filmes.
Mas na fase dos anos sessenta ele resolveu pesar a mão na seleção de porcariada experimental pedante e auto-indulgente (não só WAVELENGTH, mas outros contemporâneos a ele como DOG STAR MAN e BLONDE COBRA). Resultado: um HARAKIRI não está na lista... mas esse plano único de intermináveis três quartos de hora numa janela está. Só rindo mesmo.