Baseado em fatos reais. O turbulento e trágico romance de Michelle Carter e Conrad Roy, que chocou os Estados Unidos da América.
Conrad cometeu suicídio aos 18 anos, com o incentivo de sua namorada, Michelle, de 17 anos, que foi alvo de uma investigação notável e julgamento de homicídio involuntário em Massachusetts, popularmente conhecido como "texting suicide case". O caso, Commonwealth versus Michelle Carter, envolveu muitas mensagens de texto, e-mails e telefonemas entre Carter e Roy na época da morte dele. Roy tinha visto vários profissionais de saúde mental e insistiu que queria morrer. O caso levantou questões complexas sobre responsabilidade criminal.
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Grotesco!
É bem vagamente baseado na história real. Difere em muitos pontos do documentário e da série. O roteiro é bem raso, as atuações são fracas. Mostrar a cena do suicídio foi bem desnecessário. Não vale a pena assitir.
Esse filme me deixou meio na bad, principalmente por ser história real.
Trata de temas muito pesados e sérios, como depressão e suicídio.
Fiquei com muita pena do Conrad. Só quem já passou por problemas de depressão é que sabe como é difícil lidar com tudo o que vai surgindo, como ansiedade, pensamentos negativos, auto estima baixa, isolamento, etc.
O que Conrad precisava e merecia naquela fase da vida era de uma boa amizade que o ajudasse a enfrentar aquela situação e não desistisse de viver, mas infelizmente o que apareceu foi uma relação destrutiva na figura da Michelle.
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Ela também tinha seus próprios problemas, sofria distúrbio alimentar e tomava antidepressivos, mas ela se mostrou tão egoísta e insensível que não se importou com o Conrad. Teve a coragem de influenciá-lo a se matar e ainda fingiu pra mãe do rapaz e pros seus familiares que não sabia da gravidade da situação.
Geralmente quando se trata de história real eu costumo pesquisar algumas informações a mais, e uma coisa que não colocaram no filme é que a mãe de Conrad já teve problemas com a polícia por agressão aos filhos, enquanto no filme ela é retratada apenas como uma mãe equilibrada e compreensiva.
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muito ruim
Parece uma dramatização ruim do ID. Bem enfadonho, direção e roteiros péssimos, atuações piores ainda, temas tão importantes abordados de uma maneira tão superficial e personagens que não transmitem nenhuma naturalidade.
Bella Thorne até que tem um pingo de talento, mas tem um dedo podre pra trabalho.
Se estiver procurando algum filme sobre o tema, não procure por esse.