O fim da humanidade é um cenário que cabe pequenas produções. Mas, quase sempre, fazem do seu único trunfo, o pior dos seus erros: brotam seres humanos como se fossem baratas.
Cora é uma ficção científica dirigida por Christian Bitar, que se passa décadas no futuro, depois que uma névoa mortal cobriu a Terra, destruindo efetivamente a maior parte da humanidade. Agora acompanhamos Cora (Felicia Rylander), uma mulher que trabalha para uma organização que tenta reverter os efeitos do apocalipse. Em um mundo onde a sobrevivência é uma luta constante, Cora se destaca por sua determinação e habilidades. Ela se une a uma equipe de cientistas e sobreviventes, cada um com histórias e habilidades únicas, na busca desesperada por uma solução. Enquanto enfrentam desafios físicos e morais, Cora e sua equipe descobrem segredos sobre a origem da névoa e percebem que a salvação da humanidade pode depender de sacrifícios inimagináveis. A narrativa explora temas de resiliência, esperança e a luta pela preservação da humanidade em meio ao caos. Com efeitos visuais impressionantes e uma trama envolvente, Cora leva os espectadores a uma jornada emocionante em um futuro distópico onde a esperança é a única arma contra a extinção.
Filme ruim existem aos montes. É ruim pq a equipe é amadora, com pouco experiência ou é ruim de serviço, ou pq falta grana, ou pq a temática não agrada, ou pq é tendensioso, ou pq é nacional (hehe, não consegui perder a piada)... o filme é ruim e só.
Tem uma outra categoria de ruindade: o ruim pretensioso. Mais ou menos assim, é ruim, por alguma das causas exemplificadas ou outra qualquer, mas a turma acha que é bom. Alguém (pai, mãe, coleguinha...) falou, diretorzinho, vc é foda. Roteiristazinho, vc é o cara. E eles, incautos, acreditaram. Acreditarm para caralho, ao ponto de esbanjarem pretenções que não são abraçáveis. Aí não tem salvação. Cora está nessa categoria. Salva nada.
Já a turma do filme ruim tem salvação. Podem se profissionalizar, criar experiênica, se juntar a outros profissionais, melhorar o orçamento... no caso do filme nacional não tem redenção.
Chaaaaaaaaaaaaaaaaaaato...
Mais um genérico explorando essa temática.
O fim da humanidade é um cenário que cabe pequenas produções. Mas, quase sempre, fazem do seu único trunfo, o pior dos seus erros: brotam seres humanos como se fossem baratas.
Cora é uma ficção científica dirigida por Christian Bitar, que se passa décadas no futuro, depois que uma névoa mortal cobriu a Terra, destruindo efetivamente a maior parte da humanidade. Agora acompanhamos Cora (Felicia Rylander), uma mulher que trabalha para uma organização que tenta reverter os efeitos do apocalipse. Em um mundo onde a sobrevivência é uma luta constante, Cora se destaca por sua determinação e habilidades. Ela se une a uma equipe de cientistas e sobreviventes, cada um com histórias e habilidades únicas, na busca desesperada por uma solução. Enquanto enfrentam desafios físicos e morais, Cora e sua equipe descobrem segredos sobre a origem da névoa e percebem que a salvação da humanidade pode depender de sacrifícios inimagináveis. A narrativa explora temas de resiliência, esperança e a luta pela preservação da humanidade em meio ao caos. Com efeitos visuais impressionantes e uma trama envolvente, Cora leva os espectadores a uma jornada emocionante em um futuro distópico onde a esperança é a única arma contra a extinção.
Filme ruim existem aos montes. É ruim pq a equipe é amadora, com pouco experiência ou é ruim de serviço, ou pq falta grana, ou pq a temática não agrada, ou pq é tendensioso, ou pq é nacional (hehe, não consegui perder a piada)... o filme é ruim e só.
Tem uma outra categoria de ruindade: o ruim pretensioso. Mais ou menos assim, é ruim, por alguma das causas exemplificadas ou outra qualquer, mas a turma acha que é bom.
Alguém (pai, mãe, coleguinha...) falou, diretorzinho, vc é foda. Roteiristazinho, vc é o cara. E eles, incautos, acreditaram. Acreditarm para caralho, ao ponto de esbanjarem pretenções que não são abraçáveis. Aí não tem salvação. Cora está nessa categoria. Salva nada.
Já a turma do filme ruim tem salvação. Podem se profissionalizar, criar experiênica, se juntar a outros profissionais, melhorar o orçamento... no caso do filme nacional não tem redenção.