Correlacionado à teorização de Susan Sontag sobre o "camp", a implacável montagem pop-art deste filme, que prioriza a igualdade de oportunidades, abalou os fundamentos do cinema convencional, tornando-se um verdadeiro documento da cena underground de Shinjuku. Okabe recria seus papéis favoritos, de Bonnie e Clyde a faroestes spaghetti, além de incorporar citações ao inserir fotos de Godard, do assassinato de Kennedy e da Guerra do Vietnã.
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Críticas e opiniões sobre Crazy Love