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Data de lançamento
1 Maio 2020Duração
Você namoraria uma pessoa surda? Já pensou nas barreiras que enfrentaria para se comunicar e amadurecer o relacionamento? Este é o principal desafio de JAKS e MORGANA. Ele, negro e ouvinte. Ela, branca e surda. Os pais dele não aceitam o namoro. Os amigos surdos dela desprezam o rapaz. A narrativa paralela apresenta RUBENS, um adolescente que aprende Libras à revelia do pai e luta em casa pelo direito de ser surdo. Mas ele ainda precisa enfrentar seus próprios obstáculos para vencer a timidez e conquistar sua grande paixão: ALICE, uma garota ouvinte. Será possível superar preconceitos e seguir em frente?
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As Novas Desventuras de Cliff Booth
Série importante pra causa surda, que recebe tão pouca atenção e representatividade. O roteiro poderia explorar muito melhor as tramas e desenvolver mais camadas dos personagens, mas sabemos o quanto é difícil conseguir viabilizar um projeto desses - então, fizeram realmente uma limonada com os limões conquistados.
Maravilhosa!!!!!!
primeira produção artística que vejo com pessoas surdas no elenco, expondo suas questões rotineiras e também um pouco sobre a comunidade surda.
ansiosa pela segunda temporada!
Série super legal, com um enredo bem produzido. Vale a pena ver, apesar de algumas coisinhas que incomodam.
A principal falha da série, sob meu ponto de vista, é que mostram uma realidade bem romantizada das pessoas surdas. A história toda fala só de pessoas surdas com boas condições financeiras, com boas casas. Só mostram paisagens de praia, boas ruas, uma estética bem diferente do que se vê todos os dias na vida real. (E posso estar me esquecendo algo, porque vi já faz alguns dias).
Ainda assim, a série não perde o brilho, porque trata da temática super importante, urgente e até curiosa, que é a cultura surda. Percebe-se que há um esforço por fazer da série didática com relação ao direito e a existência de pessoas surdas, e ao meu ver, isso não tem nada de ruim ou mal. É até bonito.
Pra mim, a questão do racismo foi uma sacada boa, mas não convence, porque tem um único negro no meio da história toda. Outra questão que foi uma boa sacada, mas ficou meio superficial, é sobre a drag queen. Mas, para uma primeira temporada, é um bom começo, porque toca (ainda que de muito leve) na construção da ideia de que todas as opressões se perpassam e se encontram.
Enfim, quero ver a próxima temporada e torço para que ela venha um tanto mais real e menos idealizada. De qualquer forma, senti uma pegada pegada meio adolescente, que trata de um tema sério com leveza, e faz a série ser gostosa de assistir.
Cadê a segunda temporadaaaa!? Lindo demais ver toda essa representatividade em uma plataforma mundialmente conhecida que é a Netflix