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Data de lançamento
7 Set. 2017Duração
Este retrato revelador de Cuba acompanha a vida de Fidel Castro e de três famílias cubanas afetadas pelas políticas de seu governo nas últimas quatro décadas.
Documentário original Netflix.
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Seringas e luvas sendo lavadas e reutilizadas no posto de saúde...foi demais pra mim.
São duas horas que você nem ver passar.Vários bons diálogos e entrevistas,alguns personagens se destacam mais que outros,mas todos com seu valor nas falas.
>Assistido em 02 de Abril de 2025
Muito triste a decadência de Cuba ocasionada pelo fim da URSS pelo embargo econômico.
O melhor do doc são os três velhinhos 🥹
Excelente documentário. Surreal ver a quantidade de pessoas nos comentários que caem na falácia: "culpa do embargo econômico"... A quem possa interessar,
indico assistir aos vídeos do canal: Brasão de Armas, com o título: "Comunista Chora com Meus Vídeos" (partes 1 e 2), em um dado momento, o próprio Fidel reconheceu o motivo do fracasso de Cuba, e detalhe, não tem nada a ver com o tão famoso embargo americano.
Cuba e o Cameraman retrata perfeitamente os efeitos do embargo econômico imposto pelos EUA - apesar de rejeitado amplamente, ano após ano, na ONU. Se o filme tinha como intenção ser uma propaganda antissocialista do regime cubano, ela só funciona para quem não tem o mínimo de informações sobre os processos históricos do povo cubano. O roteiro é razoável, apesar de sentimentalista (Jon Alpert poderia se inspirar facilmente em Michael Moore), e nos últimos 30 minutos o ritmo se torna mais apressado.
O roteiro é fraco porque ele deixa a impressão que o regime cubano é falho por si só, quando na verdade o embargo econômico é crucial para a situação pela qual os cubanos se encontram. Ainda assim, essa sociedade se mostra feliz com o pouco que tem. Não falar nada sobre o bloqueio é o que coloca a integridade do Diretor Jon Alpert em questão, por mais que ele afirme que desenvolveu uma admiração pela ilha.
Há momentos lamentáveis, como o preconceito do Diretor ao menosprezar a profissão dos vendedores em pontos turísticos ao saber que todos eles tem graduação. Também temos momentos que humanizam Fidel de sua meia idade à velhice, visto o ódio dos estadunidenses com ele. O Fidelismo salvou Cuba das garras predatórias dos EUA, representado pela figura nefasta de Fulgencio Batista, salvou os cubanos do racismo e graças ao sistema educacional, Cuba tem uma das sociedades mais politizadas do mundo (sendo este o fator mantém o regime de pé).
Os EUA sabem que, Cuba livre do embargo, tem tudo para se tornar um dos sistemas sociais menos desiguais do mundo e debaixo do nariz do berço do capitalismo.