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Data de lançamento
7 Out. 2019Esta série é parte do projeto Fabrica de Sueños, cujo prioriza remakes de obras que marcaram a teledramaturgia mexicana da Televisa, sendo esta uma versão do clássico Cuna de Lobos, de 1986, escrita por Carlos Olmos e produzida por Lucero Suárez, tendo sido protagonizada por María Rubio, Gonzalo Vega, Diana Bracho, Alejandro Camacho e Rebecca Jones.
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vi o ult. cap. hj: 08.03.21.
Tenho muitas críticas, q as farei posteriormente
Lixão que deixa chernobyl no chinelo com tamanha radiação
Dada a fama da novela e a menor duração, esperava outro ritmo e mais intensidade, porém não me cativou. Como não veria os demais capítulos, fui ler a respeito do final e dei graças a Deus de não ter perdido meu tempo, porque o desfecho original é brilhante, mas esse aí foi totalmente sem noção. Tem lá seus méritos, como a atuação da Nailea Norvind, mas o remake perdeu muito da essência original. Quisera tivessem feito um resumo da trama, e não estragado a história...
Fazer remake de um clássico super consagrado é complicado. O trio Giselle, Eric e Juan Pablo fizeram milagre, embora eu ainda continue achando a original impecável e não mudaria nada. Talvez por isso não tenha curtido tanto e acredito que quem não viu a original vai gostar mais. Entretanto, a proposta nova tem seu mérito e merece ter seu lugarzinho também.
Destaco como pontos positivos:
1 - A abertura com o arranjo novo do tema clássico…Fantástico!!
2 - Nailea Norvind como sempre nunca decepciona.
Deu aflição ver como Ámbar era torturada por Catalina.
3 - Atuação da Paulette Hernández
principalmente nas cenas da cadeia. Achei um pecado não terem dado mais espaço para ela brilhar na trama. Quando finalmente estava tendo algum destaque a série terminou... Peninha
4 - Tive dificuldade em ver a Catalina na atuação da Paz, mas isso não desmerece o seu trabalho. Infelizmente a comparação é inevitável. Contudo, dentro da proposta nova obteve mérito. Algumas cenas ficaram excelentes como:
Os momentos de tortura da Ámbar e a morte do Álvaro na banheira.... Gelar o coração!
O que realmente não gostei foi o Alejandro interpretado pelo Diego. O Camacho criou um Ale impecável em todos os sentidos e ficou impossível ver outro ator no papel. Penso que a nova proposta não era ruim, mas a condução não foi legal.
Já que teve a mudança poderiam ter encarado o casal Ale e Miguel como casados na trama, porém impossibilitados de terem a herança porque o Carlos imporia no testamento que o Ale deveria ter filhos de sangue. A Catalina poderia tentar separar os dois e o Ale por conta própria, e para não perder seu companheiro e a herança, poderia seduzir a Leonora para ter seu filho de sangue, depois forjariam documentos de adoção da criança como se Leonora tivesse abandonado o filho por dinheiro ou algo parecido. Só com esse imbróglio daria para movimentar de forma mais plausível as coisas e o Miguel ficaria dividido entre o amor de sua vida e o dilema ético de ter uma criança roubada, além do Ale tentando equilibrar várias frentes de conflitos. Ao meu ver o rumo que escolheram não deu ao personagem a força que eu esperava.
O final teve um anticlímax na minha opinião
Eu gosto mais da ideia da Catalina viva com o neto olhando as montanhas de neve e cortaria da trama a cena da Leonora sabendo que seu filho estaria vivo com a Catalina.