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Sinopse
Três companheiros cujo mundo gira em torno de sua obsessão para o MMORPG fictício Kingdom Scrolls, dividindo-se entre suas vidas reais e virtuais, e como elas se cruzam.
Para algumas pessoas o mundo virtual é muito mais importante que o real, então porque não ficar apenas nele? ... Dead Pixels mostra três amigos viciados em MMO RPG que sobrevivem no mundo real para viver no universo de Kingdom Scrolls. Da obsessão por quests e disputas digitais em constante conflito com a indesejada realidade saltamos de forma orgânica às narrativas que são cotidianas e se confundem. ... É uma comédia inglesa que ao longo de doze episódios, divididos em duas temporadas vai trazer personagens bastante desagradáveis representando estereótipos de gamers que tem medo da vida social e se escondem em seus avatares com extrema agressividade. ... Apesar disso, a mediada que os conhecemos, passamos a nos afeiçoar e identificar certas manias. Ainda assim, não espere nada muito escrachado ou profundo, é uma mistura de escatologia verbal com vergonha alheia que hipnotiza e nos provoca sempre àquele riso incômodo. ... A segunda temporada explorou a discórdia entre os fãs do jogo com uma expansão que mudou personagens, trouxe novas gerações de jogadores, levou as antigas à procurar versões mais antigas (e sem a interferência de novatos que estão destruindo o que eles sempre gostavam) além de inserir itens que podem ser comprados com dinheiro de verdade, viciando e empobrecendo quem vai na armadilha. ... A produção acertou no dinamismo do roteiro e na forma que mostra ambos os mundos de forma complementar na vida dos personagens, ir do apartamento ou escritório para o cenário inspirado em World of Warcraft é tão natural como acordar ou almoçar. ... 7,5/10
Para algumas pessoas o mundo virtual é muito mais importante que o real, então porque não ficar apenas nele?
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Dead Pixels mostra três amigos viciados em MMO RPG que sobrevivem no mundo real para viver no universo de Kingdom Scrolls. Da obsessão por quests e disputas digitais em constante conflito com a indesejada realidade saltamos de forma orgânica às narrativas que são cotidianas e se confundem.
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É uma comédia inglesa que ao longo de doze episódios, divididos em duas temporadas vai trazer personagens bastante desagradáveis representando estereótipos de gamers que tem medo da vida social e se escondem em seus avatares com extrema agressividade.
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Apesar disso, a mediada que os conhecemos, passamos a nos afeiçoar e identificar certas manias. Ainda assim, não espere nada muito escrachado ou profundo, é uma mistura de escatologia verbal com vergonha alheia que hipnotiza e nos provoca sempre àquele riso incômodo.
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A segunda temporada explorou a discórdia entre os fãs do jogo com uma expansão que mudou personagens, trouxe novas gerações de jogadores, levou as antigas à procurar versões mais antigas (e sem a interferência de novatos que estão destruindo o que eles sempre gostavam) além de inserir itens que podem ser comprados com dinheiro de verdade, viciando e empobrecendo quem vai na armadilha.
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A produção acertou no dinamismo do roteiro e na forma que mostra ambos os mundos de forma complementar na vida dos personagens, ir do apartamento ou escritório para o cenário inspirado em World of Warcraft é tão natural como acordar ou almoçar.
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7,5/10
Bizarramente real.
A série é simplesmente ÓTIMA! :)
Eu tive a mesma reação quando descobri que o Vince Vaughn estaria na segunda temporada de True Detective, hahaha.