A brilhante médica e mãe Deborah Green tem o epítome de uma vida perfeita com dois filhos, um marido adorável e uma linda casa em um bairro opulento. Mas por trás da cortina está um casamento difícil, sua incapacidade de se dar bem com outros médicos e um abuso de pílulas e álcool, que dá uma guinada terrível e deixa sua família e casamento em ruínas.
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13/03/2026
muito triste
É um filme bem chato e sem graça. Mas como história real é muito triste e onde a cabeça do ser humano pode chegar.?
A Débora era bem problemática, com certeza. Perfeccionista demais com tudo, tinha muita dificuldade para se relacionar com as pessoas... Mas o marido dela também... Só pensava nele mesmo, nunca parava para tentar entender o que se passava com ela, ele mesmo fala que "ela era uma boa mãe então para mim estava tudo bem..." claro né, enquanto ela estava funcionando estava tudo bem. Aí quando ela começa a ficar mal, ele a convence a parar de trabalhar e ficar em casa. Ela que amava tanto o trabalho. Lógico que ela se sentiu enterrada viva e ficou pior. E aí o cara faz o que??? Arruma uma amante, no momento em que ela mais precisava dele. Olha... A capacidade de detonar com a própria vida chega a surpreender... Difícil não ficar doida com um marido desses...
Produção Lifetime...bem raso o filme, mas já deu pra conhecer um pouco a história.
"Debora Green - A Mulher que Queimou os Filhos" é um título interessante.
E pena que ele é baseado em história real.
Achei esse telefilme interessante, mas também achei que retrataram a Debora como uma coitadinha, que passou por tanta coisa e acabou fazendo o que fez.
Se todas as mulheres que
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trabalhassem fora, cuidassem da casa e da família, e que também tivessem problemas tanto no trabalho quanto em casa, se comportassem como a Debora e fizessem o que ela fez, todo dia haveria vários filhos e filhas sendo mortos pelo mundo.
No entanto a grande maioria das mulheres se mostra forte e batalhadora, enfrentando essas situações de modo diferente.
A questão também é que a Debora esperava demais de tudo, era obcecada e perfeccionista com as coisas. Chega a ser um absurdo um casal de médicos nem ter uma empregada em casa, e a Debora preferir fazer tudo do jeito dela, e depois ainda ficar reclamando que cuidava de tudo sozinha.
Ela era inteligente e ótima médica, mas quando ficou viciada nos remédios, e se sentindo frustrada por não ter conseguido sociedade na direção do Hospital, além do marido já não estar mais gostando dela e ainda por cima a trair (ele agiu errado com ela), sua mente já não estava funcionando bem como antes.
Infelizmente ela não foi internada antes e o casal de filhos acabou sendo vítima do incêndio.
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