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Glory Days (Season 1) - Estados Unidos da América
Sinopse
The author of a tell-all book gets writer's block and decides to return home for inspiration only to find that the town locals aren't too happy with his last book.
Pois bem, comentando novamente, agora sobre o seriado, vi que alguns questionamentos que tive enquanto assistia o filme foram respondidos. Os episódios que foram lançados como um filme no Brasil foram o primeiro e os dois últimos. O nome Cidade do Demônio, embora continue não fazendo muito sentido, pode ser explicado por um dos episódios ser sobre uma suposta possessão demoníaca. A questão do pai talvez fosse desenvolvida em temporadas futuras, que não aconteceram. Na verdade, o grande problema da série vem do fato que ela foi lançada em uma época em que os seriados ainda eram, quase que obrigatoriamente, episódicos, ou seja, cada episódio um conflito, uma história diferente. Glory Days poderia ter sido uma série bem melhor se tivesse sido lançada hoje em dia, em que se tornou comum que os seriados contem uma história só por temporada, assim, todos os conflitos e temas interessantes que foram estabelecidos e já resolvidos no primeiro episódio (ou nos subsequentes), como a questão do pai, as questões sobre o livro, sobre a volta do protagonista à cidade, etc seriam desenvolvidos ao longo dos capítulos subsequentes. Isso beneficiaria a história, que faz pouco sentido (que cidadezinha é essa que tem tantos assassinatos?) e é repetitiva por causa dessa obrigatoriedade de ter cada episódio uma investigação diferente. Aliás, esse é para mim o principal problema do seriado, os episódios foram exibidos em blocos muito semelhantes entre si, três episódios com temas sobrenaturais seguidos, depois não temos mais essa abordagem. Aí, vem dois episódios seguidos sobre festivais, teve dois episódios seguidos com falsos suspeitos, e por aí vai. Sério, quem determinou a ordem dos episódios fez de forma que eles ficaram horrivelmente mal distribuídos. Ep. 1: Muito básico para um inicio de temporada, ou talvez essa impressão seja porque eu já tinha visto a versão de filme. Mas, de qualquer forma, não deixa muito espaço para onde a trama pode seguir, não “colocando as peças no tabuleiro”, já fechando os conflitos que poderiam ser mais explorados posteriormente. Nota 7. Ep. 2: Justifica o título brasileiro de a cidade do demônio. Pelo menos é a única explicação plausível. Enfim, apesar de gratuitas, gostei das referencias ao exorcista. Nota: 8. Ep. 3: Praticamente a mesma trama do episódio anterior, ficou até óbvio. Nota: 7. Ep. 4: Interessante, apesar da situação repetido do suspeito óbvio, que, claro, não vai ser o culpado. Apesar disso, é um episódio que entretém. Nota: 8. Ep. 5: Os episódios dessa série estão muito iguais entre si. Começa com um suposto evento sobrenatural que no final não e sobrenatural, enquanto o culpado nunca é o suspeito óbvio. Nota: 7. Ep. 6: Um episódio mais divertido, com boas tiradas, apesar do final abrupto. Nota: 8. Ep. 7: Considero o melhor da série. A conclusão é interessante e a trama bem construída, apesar de repetir um pouco algumas ideias (sequestro da Emily VanCamp). Nota: 8. Ep.8: Bom episódio, com uma boa trama investigativa. Nota: 8. Ep. 9: Os palhaços são uma ótima ideia, mas continua com o problema recorrente da série, que é mal distribuir os episódios, afinal, o episódio anterior também se tratava de um festival. Nota: 8. No final, ficaram ainda algumas questões pendentes, que talvez fosse resolvidas em temporadas subsequentes, mas ainda acho que não havia muito substrato ou ideias a serem exploradas que justificassem novas temporadas sem soarem demasiados repetitivas. Aliás, eu jurava que o amigo da Sam era homossexual, o personagem parece muito o amigo gay, o romance dos dois não tem muito sentido, sendo essas questões românticas enroladas outro problema da série, que se sai muito melhor na construção de tramas de mistério e no tom acertado de comédia. Nota: 7.3.
Primeiramente, este filme está entre os vários de terror pouco conhecidos lançados em DVD que eu comprei a dois reais em uma locadora que fechou. A maioria deles são de baixo orçamento, e por isso não passam de uma hora e meia de duração. Assim, foi com certo estranhamento que notei que este tinha duas horas, mas isso foi logo explicado ao ver que o roteiro era do Kevin Williamsom (da franquia Pânico). Entretanto, enquanto eu assistia ao filme, tive uma forte sensação de estar maratonando um seriado, incluindo o ar de filme para televisão e a narrativa episódica. Achei o final bem anticlimático (ora, e a questão do pai dele? Achei que ia ser a última história). Entrando na internet depois de ver o filme, sou surpreendido com o fato de que são três episódios de um seriado encurtados para serem lançados como um filme (são poucas as informações sobre a série, mas creio que sejam os três primeiros episódios), o que explica várias das coisas que me incomodaram enquanto assistia. Agora, qual a desse título? Não tem nada de sobrenatural ou de culto demoníaco. Estranho também como tem tanto assassino em uma cidade tão pequena. Mas, enfim, é assistível. Nota: 6.9.
assim como nem sempre as aparencias realmente enganam,tão pouco o conceito em geral envolto as porventura pequenas cidades, deve ser seguido a risca bem como na medida o qual são divulgados,resumindo, terra de paz e quietude,cujo influencias comuns alem de restritas somente aos grandes centros urbanos, não ultrapassam os limites demarcatorios de suas fronteiras,no mundo de hoje,se pensarmos de forma realista,e por consequencia,deixando todo e quaisquer conceito particular,algo totalmente a parte do alto reconhecimento a respeito da realidade social inconstante. o ambiente de glory está longe do carater ficticio, pelo contrario, as vezes pode ser bem real,transformando a gloria, em uma completa INGLORIA. longa simples, no entanto bem ao contrario do best seller de terror os quais tirou a cidade do escritor vivido por eddie cahill do ostracismo, passivel de ser desfrutado. NOTA 7.0
Serve para passar o tempo.
03/04/2022
16h36
Pois bem, comentando novamente, agora sobre o seriado, vi que alguns questionamentos que tive enquanto assistia o filme foram respondidos. Os episódios que foram lançados como um filme no Brasil foram o primeiro e os dois últimos. O nome Cidade do Demônio, embora continue não fazendo muito sentido, pode ser explicado por um dos episódios ser sobre uma suposta possessão demoníaca. A questão do pai talvez fosse desenvolvida em temporadas futuras, que não aconteceram. Na verdade, o grande problema da série vem do fato que ela foi lançada em uma época em que os seriados ainda eram, quase que obrigatoriamente, episódicos, ou seja, cada episódio um conflito, uma história diferente. Glory Days poderia ter sido uma série bem melhor se tivesse sido lançada hoje em dia, em que se tornou comum que os seriados contem uma história só por temporada, assim, todos os conflitos e temas interessantes que foram estabelecidos e já resolvidos no primeiro episódio (ou nos subsequentes), como a questão do pai, as questões sobre o livro, sobre a volta do protagonista à cidade, etc seriam desenvolvidos ao longo dos capítulos subsequentes. Isso beneficiaria a história, que faz pouco sentido (que cidadezinha é essa que tem tantos assassinatos?) e é repetitiva por causa dessa obrigatoriedade de ter cada episódio uma investigação diferente. Aliás, esse é para mim o principal problema do seriado, os episódios foram exibidos em blocos muito semelhantes entre si, três episódios com temas sobrenaturais seguidos, depois não temos mais essa abordagem. Aí, vem dois episódios seguidos sobre festivais, teve dois episódios seguidos com falsos suspeitos, e por aí vai. Sério, quem determinou a ordem dos episódios fez de forma que eles ficaram horrivelmente mal distribuídos.
Ep. 1: Muito básico para um inicio de temporada, ou talvez essa impressão seja porque eu já tinha visto a versão de filme. Mas, de qualquer forma, não deixa muito espaço para onde a trama pode seguir, não “colocando as peças no tabuleiro”, já fechando os conflitos que poderiam ser mais explorados posteriormente. Nota 7.
Ep. 2: Justifica o título brasileiro de a cidade do demônio. Pelo menos é a única explicação plausível. Enfim, apesar de gratuitas, gostei das referencias ao exorcista. Nota: 8.
Ep. 3: Praticamente a mesma trama do episódio anterior, ficou até óbvio. Nota: 7.
Ep. 4: Interessante, apesar da situação repetido do suspeito óbvio, que, claro, não vai ser o culpado. Apesar disso, é um episódio que entretém. Nota: 8.
Ep. 5: Os episódios dessa série estão muito iguais entre si. Começa com um suposto evento sobrenatural que no final não e sobrenatural, enquanto o culpado nunca é o suspeito óbvio. Nota: 7.
Ep. 6: Um episódio mais divertido, com boas tiradas, apesar do final abrupto. Nota: 8.
Ep. 7: Considero o melhor da série. A conclusão é interessante e a trama bem construída, apesar de repetir um pouco algumas ideias (sequestro da Emily VanCamp). Nota: 8.
Ep.8: Bom episódio, com uma boa trama investigativa. Nota: 8.
Ep. 9: Os palhaços são uma ótima ideia, mas continua com o problema recorrente da série, que é mal distribuir os episódios, afinal, o episódio anterior também se tratava de um festival. Nota: 8.
No final, ficaram ainda algumas questões pendentes, que talvez fosse resolvidas em temporadas subsequentes, mas ainda acho que não havia muito substrato ou ideias a serem exploradas que justificassem novas temporadas sem soarem demasiados repetitivas. Aliás, eu jurava que o amigo da Sam era homossexual, o personagem parece muito o amigo gay, o romance dos dois não tem muito sentido, sendo essas questões românticas enroladas outro problema da série, que se sai muito melhor na construção de tramas de mistério e no tom acertado de comédia.
Nota: 7.3.
Primeiramente, este filme está entre os vários de terror pouco conhecidos lançados em DVD que eu comprei a dois reais em uma locadora que fechou. A maioria deles são de baixo orçamento, e por isso não passam de uma hora e meia de duração. Assim, foi com certo estranhamento que notei que este tinha duas horas, mas isso foi logo explicado ao ver que o roteiro era do Kevin Williamsom (da franquia Pânico). Entretanto, enquanto eu assistia ao filme, tive uma forte sensação de estar maratonando um seriado, incluindo o ar de filme para televisão e a narrativa episódica. Achei o final bem anticlimático (ora, e a questão do pai dele? Achei que ia ser a última história). Entrando na internet depois de ver o filme, sou surpreendido com o fato de que são três episódios de um seriado encurtados para serem lançados como um filme (são poucas as informações sobre a série, mas creio que sejam os três primeiros episódios), o que explica várias das coisas que me incomodaram enquanto assistia. Agora, qual a desse título? Não tem nada de sobrenatural ou de culto demoníaco. Estranho também como tem tanto assassino em uma cidade tão pequena. Mas, enfim, é assistível.
Nota: 6.9.
Tem completo no Youtube.
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assim como nem sempre as aparencias realmente enganam,tão pouco o conceito em geral envolto as porventura pequenas cidades, deve ser seguido a risca bem como na medida o qual são divulgados,resumindo, terra de paz e quietude,cujo influencias comuns alem de restritas somente aos grandes centros urbanos, não ultrapassam os limites demarcatorios de suas fronteiras,no mundo de hoje,se pensarmos de forma realista,e por consequencia,deixando todo e quaisquer conceito particular,algo totalmente a parte do alto reconhecimento a respeito da realidade social inconstante. o ambiente de glory está longe do carater ficticio, pelo contrario, as vezes pode ser bem real,transformando a gloria, em uma completa INGLORIA. longa simples, no entanto bem ao contrario do best seller de terror os quais tirou a cidade do escritor vivido por eddie cahill do ostracismo, passivel de ser desfrutado. NOTA 7.0