1986, Chernobyl. Lera viaja para o lugar mais promissor da República Socialista Soviética da Ucrânia, onde a energia nuclear ilumina o futuro de uma nova sociedade. Ela está prestes a descobrir o amor, mas também o poder da destruição física e emocional.
Um roteiro realmente muito ruim. Os atores tem algum carisma e se esforçam. A ambientação poderia ter sido muito melhor aproveitada e o tempo em 1986 estava muito mais interessante. O tempo "presente" foi horrível. Igor era um personagem com muito potencial e eu até torcia para que desse certo com a Lera... Mas, sendo tão planos e sem desenvolvimento era de se esperar o final que tiveram. Novelas mexicanas são muito melhores.
Chernobyl, assim como as maiores tragédias que a humanidade já presenciou é e sempre será uma base sólida para desenvolver qualquer história que tenha o mínimo de equilíbrio.
O exagero do dramalhão ucrâniano desequilibra tudo o que toca.
Um melodrama ao estilo "novela mexicana", mas ambientando na explosão da usina de Chernobyl. Os personagens são tão unidimensionais que se tornam engraçados, os dramas são tratados com tanto "peso" que perdem a própria dramaticidade e ficam cômicos. As coincidências perdem a razoabilidade dos fatos e se tornam risíveis. Enfim, a impressão é de que estamos assistindo uma novela da Tevelisa! Bem fraco!
É uma novelona mexicana que aborda uma história de amor como pano de frente e uns minutos quando explodiu Chernobyl. Fraco e sem conteúdo sobre o fato. Não merecia nem esse título.
A melhor minissérie que assisti em 2020. Um pouco de ternura e amor verdadeiro nesse ano de tantos reveses.