Explorador e cartógrafo do exército russo mapeia a Sibéria no fim do século 19, com a ajuda de caçador nativo avesso aos padrões mercantis de conhecimento e relação com a natureza.
Que filme mais lindo, incrível!!! Emocionado estou com a amizade e a jornada retratada pelos olhos do Kurosawa, não tem muito o que dizer....filme que enche os olhos pelas paisagens da Sibéria, o encontro e a amizade de pessoas tão distintas, simplesmente maravilhoso...
Vi o grande André Barcinski falando desse filme num podcast e não me sai da cabeça o que ele falou sobre: em tempos de fundo verde e CGI, como é BOM ver filmes q tem mato de verdade, água de verdade, bichos de verdade e natureza de verdade.
Esperei bastante as ideias maturarem depois de ter visto este filme para poder escrever, mas até agora ainda nada me vem. Ainda não me sinto apto a divagar e redigir algo digno sobre essa obra-prima. Só sei que consegui sentir e foi muito bom pra mim!
O mais diferente do Kurosawa e é também o que mais gostei dele até o momento, sabendo é claro que ainda falta ver muitos outros. Comunicando muito bem seus planos fechados e planos abertos, desenvolvendo otimamente a amizade entre os dois homens, além de ir conduzindo de forma espetacular algumas cenas desafiantes. Uma bela história contada por ele do início ao fim, com um ritmo cadenciado e agradável.
Tem como discussão essa desconexão do homem com a natureza e o prejuízo que isso nos causou. Ainda, somos presenteados com Dersu, um personagem pra lá de especial. Nos faz questionar o que é realmente ser civilizado e compreender o valor de se ter uma verdadeira liberdade.
um dos melhores Kurosawas que vi. Ótima direção, com momentos muito bem filmados – que na época deviam ser desafiantes, como a tempestade de areia e o Dersu “preso” na correnteza. A história de amizade entre dois homens tão distintos cativa e emociona. Kurosawa – e seus atores - consegue transmitir veracidade. Visto em 30.05.24.
Quisera eu ter participado dessa expedição na companhia de Dersu e os outros camaradas.
Que filme mais lindo, incrível!!! Emocionado estou com a amizade e a jornada retratada pelos olhos do Kurosawa, não tem muito o que dizer....filme que enche os olhos pelas paisagens da Sibéria, o encontro e a amizade de pessoas tão distintas, simplesmente maravilhoso...
Vi o grande André Barcinski falando desse filme num podcast e não me sai da cabeça o que ele falou sobre: em tempos de fundo verde e CGI, como é BOM ver filmes q tem mato de verdade, água de verdade, bichos de verdade e natureza de verdade.
Esperei bastante as ideias maturarem depois de ter visto este filme para poder escrever, mas até agora ainda nada me vem. Ainda não me sinto apto a divagar e redigir algo digno sobre essa obra-prima. Só sei que consegui sentir e foi muito bom pra mim!
O mais diferente do Kurosawa e é também o que mais gostei dele até o momento, sabendo é claro que ainda falta ver muitos outros. Comunicando muito bem seus planos fechados e planos abertos, desenvolvendo otimamente a amizade entre os dois homens, além de ir conduzindo de forma espetacular algumas cenas desafiantes. Uma bela história contada por ele do início ao fim, com um ritmo cadenciado e agradável.
Tem como discussão essa desconexão do homem com a natureza e o prejuízo que isso nos causou. Ainda, somos presenteados com Dersu, um personagem pra lá de especial. Nos faz questionar o que é realmente ser civilizado e compreender o valor de se ter uma verdadeira liberdade.
um dos melhores Kurosawas que vi. Ótima direção, com momentos muito bem filmados – que na época deviam ser desafiantes, como a tempestade de areia e o Dersu “preso” na correnteza. A história de amizade entre dois homens tão distintos cativa e emociona. Kurosawa – e seus atores - consegue transmitir veracidade. Visto em 30.05.24.