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Data de lançamento
2 Ago. 2019Duração
Luca segue os passos do pai para resgatar a mãe do maligno Ladja. Sua única esperança é encontrar o herói que carrega a espada zenitiana.
- Baseado no clássico JRPG da Square Enix, "Dragon Quest V: Hand of the Heavenly Bride", lançado em 1992.
- Diferente do game original, que tinha a arte por Akira Toriyama, a adaptação cinematográfica tem um novo estilo gráfico.
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Extremamente bobo e sem nexo, tudo corrido, mas é assistível. A sinopse diz que ele vai resgatar a mãe, porém ele só faz isso no final. O que eu mais gostei foi do filhinho. Ah e adorei o plot no final,me lembrou O vazio
já tinha cara de ser um jogo,mais não gostei do fato de ser realmente um jogo....
(Não sei se esse jogo realmente existe) mais preferia que não fosso um jogo
Como um bom fã de RPG japonês gosto de Dragon Quest(mas sou mais fã de Final Fantasy), é e bom ver um filme com uma excelente animação da série, porém em termos de história aí não dá pra perdoar. Eu realmente não gostei do final do filme, pois não tinha necessidade de um plot twist daqueles. Sem falar que a história é muito apressada(ninguém aqui quer uma história elaborada pra uma série como Dragon Quest, mas poderia ser melhor contada ou até focar em outras questões o filme é muito simples e sem graça). Mesmo assim quero ver mais filme de vídeo games.
Apesar de ser um filme visualmente lindo e totalmente inspirado no jogo e ter sido claramente feito pra fãs do mesmo, não dá pra ignorar a forma como o roteiro apressa as coisas e deixa tudo (no início) bem confuso e corrido. Mesmo que isso seja justificado pelo final, uma estória tão rica como DS merecia um tratamento um pouco melhor em relação ao roteiro e mais puxado para o convencional. Condensar tudo isso em um filme só pra fazer o plot final fazer sentido, ao meu ver, foi uma mancada. Ainda assim, é recomendado pra fãs que não se importam com certas adequações e mudanças e também é ótimo pra ver com os filhos.
O filme é muito bonito, assim como o jogo.
Só não gostei muito do final, a quebra da realidade, apesar de entender o otivo.